Vai viajar para o exterior? Confira mitos sobre as operações de câmbio

Uma das principais preocupações dos turistas que planejam viajar para o exterior é a compra de moeda estrangeira para efetuar gastos no país de destino.
Para evitar dores de cabeça e fazer uma transação segura, é importante conhecer as principais regras dessas operações. Por isso, se você está pensando em embarcar com destino a outro país, confira alguns mitos que foram esclarecidos pelo Grupo Fitta:

Existe um limite de valor para a compra
O Grupo Fitta explica que, desde a mudança da legislação – na década de 90 -, não existe mais um limite de valor para a aquisição de moedas estrangeiras. Antes da alteração, o valor máximo era de US$ 1 mil.

Apresentar passaporte ou cópia da passagem para realizar operações
Para operações até R$ 10 mil por mês deve ser solicitado somente um documento de identificação. Se o valor for superior, é necessário fazer um cadastro de Pessoa Física, que solicita dados básicos pessoais. Neste caso é emitido um boleto de câmbio para a comprovação da origem legal do dinheiro.

A Receita Federal investiga as contas dos turistas que fornecem o CPF na operação cambial
Segundo o Grupo Fitta, a fonte de cruzamento de dados mais utilizadas pela Receita Federal é a própria movimentação da conta corrente e não o fato do CPF ter sido informado na hora da compra da moeda.
Também costumam ser analisados dados da previdência privada, cartões de crédito e registros de veículos e imóveis.

Compras com doleiros não têm riscos ao cliente e à sociedade
Um dos principais riscos do viajante que compra moeda estrangeira de doleiros é receber notas falsas. Além disso, a comercialização de moedas estrangeiras em espécie, realizada por agências de turismo ou lojas de câmbio sem a emissão do boleto de câmbio é crime, e fomentam o mercado paralelo.

Fonte: Uol

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