São Paulo é a capital com maior número de meios de hospedagem do Brasil

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta terça-feira (28) os resultados da Pesquisa de Serviços de Hospedagem 2011, feito em parceria com o Ministério do Turismo.

Com o objetivo de organizar e melhorar os serviços turísticos para a Copa do Mundo, em 2014, e os Jogos Olímpicos, em 2016, a pesquisa apresenta o número de estabelecimentos de hospedagem nas capitais brasileiras e suas principais características, como o número de camas e que tipo de hospedagem o estabelecimento oferece.

De acordo com o IBGE, o turismo receptivo no Brasil registrou o ingresso de 5,2 milhões de turistas estrangeiros em 2010, um número considerado baixo em comparação com outros destinos, como França (76,8 milhões) e Estados Unidos (59,7 milhões), mas a expectativa é de que com os eventos esportivos esse número aumente.

Números

O IBGE contabilizou 5.036 estabelecimentos de hospedagem nas capitais brasileiras, sendo que São Paulo (972), Rio de Janeiro (429), Salvador (358) e Belo Horizonte (291) são os municípios com os maiores números do país.

Segundo a pesquisa, os meios de hospedagem avaliados registraram uma média de 50 unidades habitacionais (quartos) por estabelecimento, com destaque para o Rio de Janeiro, com média de 74, seguido de São Paulo (56) e Porto Alegre, Natal e Brasília (54).

No que diz respeito ao número de camas, a média geral por meio de hospedagem é de 74. A capital fluminense é a que possui o maior número: 106 leitos por estabelecimento. Em seguida no ranking está Natal (92) e Brasília (87).

Características

No estudo, foram classificados os diversos tipos de meios de hospedagem brasileiros. Segundo o IBGE, dentre os 5036 estabelecimentos, 52,1% são hotéis (históricos, resorts e de fazenda inclusive), 23,5% são motéis e 14,2% pousadas. Apart-hotéis/flats correspondem a 4,2% do total, pensões (inclusive cama e café ou domiciliares) 3,1%, albergues 1,9% e outros, como campings e dormitórios, 1%.

A pesquisa ainda revela que 14% dos estabelecimentos foram considerados de luxo ou “muito confortáveis” (levando em conta os padrões de decoração, mobiliários, instalações sociais e esportivas e atendimento). Foram classificados nos padrões de “médio e baixo conforto/qualidade dos serviços” 85,5% dos meios de hospedagem, sendo que 24,7% deles entraram na categoria “médio conforto”, 37,6% econômico e 23,2% simples. Os estabelecimentos com padrões inferiores estão mais concentrados em pensões, albergues e dormitórios.

Fonte: Uol

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