Os 7 pecados capitais do agente de viagens

Fala-se muito em um mercado exigente, mas na verdade você que precisa cada vez mais exigir de você mesmo, antes que alguém venha te cobrar essa atitude.

Às vezes não percebemos que estamos pecando como profissionais, que podemos dar um pouquinho mais do nosso potencial e, consequentemente, nos tornarmos profissionais melhores. Outras vezes percebemos onde estamos pecando, sabemos o que está errado mas insistimos em permanecer no erro, como “bons” seres humanos.

Os 7 pecados capitais do agente de viagens é baseado em minhas próprias experiências como profissional, assim como experiências com agentes que pude conviver durante todos esses anos.

1. Reclamar demais e agir de menos

Se muitos profissionais dedicassem o tempo que passam reclamando da vida desenvolvendo algo produtivo para eles mesmos, talvez não houvessem tantos motivos para reclamar. Reclamações da crise, reclamações da concorrência, reclamações da própria empresa, reclamações da vida. As adversidades do mercado existem e sempre existirão, mas reclamar não é e nunca será a solução.

2. Achar que sabe tudo

O que mais tem no ramo é agente de viagens que acha que sabe tudo, desistiu de aprender, de se atualizar, que não quer mais participar de cursos, palestras e treinamentos. A auto confiança é algo positivo, mas o excesso só atrapalha. O agente de viagens que tem esse excesso de segurança é justamente o que está fadado a desaparecer do mercado afinal, só sobreviverão aqueles que estão em sintonia com as novas tendências.

3. Não saber trabalhar em equipe

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Uma das primeiras coisas que qualquer agência de viagens deveria saber do seu futuro contratado é se ele tem facilidade em trabalhar em equipe. Nossa profissão está muito longe do individualismo. Precisamos de todos, a todo momento, por mais que o agente de viagens não perceba. Além dos colegas de trabalho internos, precisamos constantemente da ajuda e orientação dos fornecedores , como operadoras e consolidadoras, os quais devem ser encarados como colegas e não como meras empresas com obrigações conosco. Lembre-se, não existem obrigações, vivemos em mundo livre, de pessoas livres. Exija menos e peça mais, agradeça mais, elogie mais. Regras básicas de sobrevivência que deixam o ambiente de trabalho e a vida mais leves e produtivas.

4. Focar apenas no lucro e não no cliente

Os bons fazem vendas mas os excelentes fazem clientes. Como viajar está relacionado ao bem estar do cliente, é nesse bem estar que o foco deve ser direcionado. Muitas agências perdem clientes importantes por focar no que é bom e rentável apenas para os seus cofres ou para sua comissão. Quando o foco está em fornecer o que é realmente relevante para o cliente, as coisas fluem naturalmente, o cliente é fidelizado, indicará mais clientes e você ganhará muitos mais dinheiro. É como plantar uma árvore para colher os frutos, ao invés de derrubá-la para extrair a madeira.

5. Deixar tudo para depois

Aposto que 90% dos agentes de viagens já quebraram a cara, de alguma forma, por deixar algo para depois. O tempo nunca está a nosso favor, vivemos uma luta diária contra ele. Trabalhamos constantemente com prazos, datas, horários, onde um simples vacilo pode gerar problemas gigantescos. Com o estouro das redes sociais as distrações multiplicaram, tiramos 2 minutinhos para checar a linha do tempo e quando menos percebemos, esses 2 minutos se transformaram em 2 horas, sendo que trabalhamos em média 8 horas por dia. Se dá para fazer agora, faça. Por mais boba e adiável que uma tarefa pareça, ela poderá cair no esquecimento e gerar uma verdadeira dor de cabeça.

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6. Falta de organização

Saiu em um famoso site, algo sobre um estudo que concluiu que os profissionais mais desorganizados são os mais produtivos. Eu não concordo 100% com esses estudos, é tudo muito relativo. Se sua desorganização está simplesmente em deixar sua mesa bagunçada ok, isso é normal, mas se sua vida é uma bagunça generalizada, eu duvido que qualquer coisa possa dar certo. Quem nunca fez uma anotação importante em um rascunho e perdeu? Ou quem nunca perdeu uma reunião importante por não anotar na agenda ou inserir um lembrete no celular? É desse tipo de falta de organização que me refiro, a qual pode ser fatal em uma agência de viagens. É preciso acima de tudo, manter a calma. As adversidades do nosso dia a dia podem ser vilãs implacáveis da nossa memória. Portanto, jamais confie em sua memória, anote tudo o que for importante, de forma organizada e onde você tenha certeza que irá encontrar com facilidade.

7. Preguiça

Essa faz parte dos 7 pecados capitais que todos conhecem, e aplica-se facilmente à qualquer fracasso que você possa ter em sua vida pessoal ou profissional. Por preguiça perdemos inúmeras oportunidades, ela é prejudicial à saúde física e financeira. A preguiça sempre vem disfarçada de indisposição, é confundida com doença física mas na verdade é uma doença mental, a qual é produzida por nossa falta de expectativas, auto estima, compromisso e ambição. Para vencer a preguiça tente fugir de obrigações, procure estar envolvido em atividades que realmente despertem o seu interesse, que te deixe feliz e, consequentemente, a motivação surgirá e a preguiça será transformada em produtividade. Afinal, ninguém tem preguiça para fazer o que gosta.

Fonte: http://www.agentesdeviagens.com/2015/11/sete-pecados-capitais-agente-viagens.html

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