Jornal inglês escolhe os dez melhores bares do Rio

Poucos, como os britânicos, sabem o valor de um bom bar. E vem da terra da rainha uma seleção de dez restaurantes, bares, botecos e afins capazes de agradar turistas e cariocas. Segundo o jornal inglês “The Guardian”, uma das melhores características da gastronomia do Rio de Janeiro é a quantidade de estabelecimentos (“de bairros”, como eles chamam na reportagem, aqui neste link ) cujo serviço não varia de acordo com a temporada turística e onde é possível beber e comer da cultura local. Seja com vista para a praia ou no alto de Santa Teresa. Abaixo, os dez endereços indicados pelo jornal inglês, com seus respectivos comentários:

Bar Brasil, Lapa: “Um retrato de como era a cidade em meados do século passado, quando o Rio era a capital de um Brasil em crescimento e a Lapa, seu coração cultural e intelectual”.

Azul Marinho, Arpoador, Ipanema: “Um pouco mais caro que outros bares citados, mas é difícil imaginar um pôr do sol mais memorável”.

Jobi, Leblon: “Uma instituição carioca desde 1956, com o status quase oficial de ter o melhor chope da cidade”.

Bracarense, Leblon: “Há um sentimento de happy-hour e uma multidão indecente, de clientes do pós-trabalho ou pós-praia, todos parando rapidamente para uma chope gelado no caminho de casa”.

Bar do Mineiro, Santa Teresa: “Uma caipirinha impecável, e o bar também serve uma batida de gengibre, aparentemente afrodisíaca”.

Armazém São Thiago (Bar do Gomez), Santa Teresa: “É um boteco em sua essência: a localização é perfeita, numa movimentada e pitoresca esquina de rua de paralelepípedos; o teto alto, as fotografias antigas e as bugigangas nas paredes passam uma sensação de atemporalidade”.

Bar Urca, Urca: “Pegue uma cerveja gelada e alguns salgadinhos da seleção da enorme bancada, atravesse a rua, sente na mureta e aprecie os pescadores, a Baía de Guanabara e o Cristo Redentor”.

Cervantes, Copacabana: “Notívagos se reabastecem com os mais suculentos e saborosos sanduíches que você já comeu”.

Bar Lagoa, Lagoa: “Só não espere a eficiência germânica – uma antiga piada local diz que os garçons resmungões e indolentes são parte do ‘charme’ do Lagoa”.

Braseiro de Gávea, Gávea: “A tradicional feira do Baixo Gávea, aos domingos, garante o grande movimento do bar desde o momento em que abre as portas, e as noites de segunda-feira são tradicionalmente as noites em que os jovens e os jovens de coração se aglomeram na Gávea”.

A ordem é a mesma proposta pelos ingleses. E você, concorda com a lista? Sentiu falta de algum bar?

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