Contos de fada viram realidade para quem visita a mágica Orlando

Quando Orlando virou oficialmente um município, em 1875, apenas 85 pessoas moravam no local. Comparar esse número aos mais de 40 milhões de turistas do mundo todo que visitam a cidade por ano mostra que Walt Disney escolheu bem a localização do terreno comprado para transformar em sede de seu complexo de entretenimento, noventa anos depois.

A construção da Disney World, além da do Kennedy Space Center, transformou a região, trazendo mais investimentos e habitantes para a cidade, que passou por uma fase de crescimento gigantesco. Hoje, a área que já foi esnobada pela grande quantidade de charcos que possuía, é certamente um dos locais mais conhecidos do planeta, sempre associado a ideia de diversão ininterrupta gerada pelos parques temáticos construídos ali.
Se o Disney World Resort tem os parques mais famosos da região, Mickey Mouse não se incomoda em dividir espaço com as atrações radicais do Universal Studios ou a rica fauna aquática de Sea World.

Mas Orlando tem bem mais a oferecer ao visitante. Museus, passeios de balão, esportes e boa cozinha mostram que a cidade é o destino perfeito para famílias, com ou sem crianças.


A cidade também conta com dois outlets com várias marcas conhecidas, que valem o passeio até de quem acha que não gosta de fazer compras. Os preços podem ser irresistíveis em alguns casos e não levar nada é certeza de arrependimento chegando ao Brasil.

Como cada parque temático pede uma visita de, no mínimo, um dia e algumas atrações imperdíveis, como o Kennedy Space Center, pede uma viagem de carro, o ideal é programar ao menos uma semana inteira para ver um pouco de tudo. O cansaço (pela caminhada diária extenuante e o calor que é frequente na região) que certamente vai tomar os turistas pode ser facilmente driblado com visitas aos parques aquáticos entre os dias de passeios. Além das atrações, os locais são excelentes para dar uma folga a pernas e pés antes de mais um dia de caminhadas e emoções em montanhas-russas e simuladores. Ou mesmo da espera na fila para tirar uma foto abraçando o Pato Donald.

Alugar um carro é uma das melhores ideias para quem vai à cidade. As atrações são distantes uma das outras e apesar de seguro, o local não é exatamente convidativo de ser explorado a pé.

Não se engane: ir para a Orlando pode ser um sonho tipicamente infantil, mas chegando lá é impossível não se emocionar com as atrações temáticas, e programar uma segunda viagem assim que possível (ou terceira, ou quarta…).


PORTAL REGIONAL


Departamento de Turismo de Orlando
www.orlandoinfo.com/portugues


INFORMAÇÕES E SERVIÇOS


Site do país – www.usa.gov

Site da Secretaria de Turismo dos EUA – www.discoveramerica.com

Site da cidade de Orlando – www.cityoforlando.net

Secretaria de Turismo de Orlando – 6700 Forum Drive, Ste 100, tel.             (800) 972-3304      .www.orlandoinfo.com

Consulado do Brasil – 80 SW 8th Street, 26º andar, Miami, tel: (305) 285-6200.

Fuso horário – No verão brasileiro a diferença é de menos três horas em relação a Brasília. Durante o inverno brasileiro, uma hora a menos.

Código do país – 1

Código de Orlando – 407

Moeda – A moeda local é o dólar norte-americano.

Cotação – Para saber a cotação do dólar norte-americano, acesse economia.uol.com.br/cotacoes/.

Idioma – Inglês. Mas na região também é possível se comunicar em espanhol e, eventualmente, até em português.

Internet e telefone – O acesso à Internet pode ser obtido em quase todos os hotéis, bares e cafés. Muitos oferecem acesso gratuito e conexão rápida e sem fio. Normalmente, há avisos de Wireless Hotspot ou Free Internet.

Gorjeta – É normal deixar 15% do valor da conta de gorjeta, em restaurantes. Carregadores esperam um dólar por mala carregada.

Segurança – Segura e tranquila, Orlando é bastante convidativa ao turista. De qualquer forma evite circular sozinho por lugares isolados e deixar a mostra carteiras, celular e máquina fotográfica durante compras ou na International Drive.

Voltagem e tomadas – A voltagem mais comum é de 110 volts, mas há hotéis que usam também a de 220 volts. As tomadas têm três pinos, no padrão americano.

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