10 motivos para amar Lisboa

Lisboa, Portugal


Se ainda te falta algum, aqui vão 10:

1- HOTELARIA BARATA

Ora, pois, a crise ainda deixa os lisboetas sem dormir. E o turismo entrou como salvador da pátria da economia, e impulsionou novos investimentos para atrair vistantes estrangeiros. E isso se refletiu principalmente na hotelaria: a cidade está lotada (mesmo) de uns hotéis pequenos e bonitinhos, vários em prédios históricos, todos meio design, meio butique, uma graça. Isso tirando os hosteis, bons, lindos e baratérrimos.

2- OS PREÇOS NUNCA ASSUSTAM

Não tem atrações de € 20 (tipo as casas do Gaudí, em Barcelona), nem museu, nem mirante, nem quase nada que ultrapasse os € 7 a entrada. E mesmos nos melhores restaurantes da cidade a conta raramente dói no bolso, salvo algumas poucas exceções.

3- ELA TÁ CHEIA DE COISAS NOVAS

Você talvez pense em Lisboa meio parada no tempo, com Manuéis da padaria, velhinhas de preto e igrejas de azulejos desbotados. E de fato talvez ela perca em dinamismo pra outras colegas europeias, mas isso não vem ao caso. O que importa é que ela tá cheia de coisinhas modernas e bacanas, com um monte de restaurante e bar abrindo, vários casarões e palacetes antigos sendo reformados e transformados em galerias de lojas, espaços culturais novos surgindo, e por aí vai.

4- OS PORTUGAS SÃO DEMAIS

Fofos, simpáticos, sempre dispostos a ajudar, explicar o caminho, indicar o que comer. E (quase) nunca riem do nosso sotaque.

5- FADO É LINDO

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Mesmo que você não tenha sacado o ritmo ouvindo os discos velhos do seu avô, ver fado ao vivo são outros quinhentos. O som da “guitarra portuguesa” é incrível e os cantores são super emotivos. Tem um trilhão de lugares pra fazer isso em Lisboa. Fora a nova geração de fadistas deles, com gente tipo Carminho e Ana Moura, que mandam muito.

6- COMIDA

Claro que tem um lugar ou outro em que chefs badalados fazem invencionices gastronômicas (hambúrguer gourmet por exemplo está bombando). Mas no geral a comida é tradicional, sem grandes sofisticações, e é sempre absolutamente deliciosa, bem feita e farta. Em qualquer biboca de qualquer esquina.

7- OS “MIRADOUROS”

Se por um lado dá vontade de xingar aquele número absurdo de ladeiras, é a topografia da cidade que faz com ela tenha aquela quantidade igualmente absurda de mirantes, os miradouros. Em todo canto surge uma vista maravilhosa, do nada, com o Rio Tejo ao fundo.

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8- AS PASTELARIAS

Doces de ovos enlouquecedores. Sem mais.

9- FALAR PORTUGUÊS

O que pode parecer besta. Mas dá uma sensação de familiaridade enorme e é tãão prático e tãão fácil. E é tão bom entrar nas livrarias e ver tudo na nossa língua. É a única capital europeia onde você vai experimentar isso. Ainda que eles falem comboio (trem), gajo (cara), giro (legal), sítio (lugar), autocarro (ônibus).

10- BATE E VOLTA

Portugal é um país micro, com menos gente do que São Paulo. Pertinho de Lisboa, com uma hora de viagem, dá pra conhecer um monte de coisa: Sintra, Cascais, Queluz. Com um pouco mais de uma hora, Évora, Alcobaça, Batalha.

Mitos e verdades sobre como conseguir passagens aéreas baratas

Além da antecipação com que o voo é comprado, há uma série de dicas para obter as melhores tarifas das companhias aéreas e agências de viagens.

É mais barato deixar para comprar no último minuto: FALSO

“Talvez o mito de que comprar no último minuto é mais barato tenha tido alguma veracidade no passado, mas hoje, ao contrário disso, quanto mais próximo da data de partida do voo, mais caro será o bilhete. Isso ocorre pela simples associação com os motivos de urgência, nos quais as pessoas se encontram mais dispostas a pagar um valor mais alto. Vários estudos indicam que, para encontrar bons preços para voos internacionais, a antecedência ideal é de aproximadamente 60 dias. Por outro lado, o custo tende a subir nas duas semanas anteriores ao voo, e comprar com 1 dia de antecedência é a opção mais cara”.

Pesquisar passagens mais baratas durante a madrugada dá melhores resultados: VERDADEIRO.

“Muitas companhias aéreas atualizam os dados de inventário (oferta de assentos) nos horários de menor movimento comercial, que demandam menos processamento nos seus sistemas informatizados. Isso é válido para o lançamento de promoções, para a liberação de cotas de reservas que não foram pagas dentro do prazo definido, mudanças de tarifas etc. Portanto, sim, essa pode ser una forma de conseguir preços mais acessíveis, embora não seja uma regra e ainda dependa de outros fatores, como a diferença de fuso entre o mercado base da companhia aérea e o país no qual o viajante está buscando o bilhete”.

Voar durante o fim de semana é sempre mais caro: DEPENDE.

“Isso varia em função do destino e, novamente, sofre influência da demanda e da oferta de voos. Imagine um destino para o qual as pessoas viajam mais a negócios, como São Paulo ou Córdoba. Os preços das viagens para São Paulo com saída na segunda-feira e retorno na sexta-feira certamente serão mais caros que para os fins de semana. O cenário oposto poderá ocorrer com destinos mais turísticos como Cartagena, por exemplo”.

Buscar passagens em uma janela anônima do navegador proporciona preços melhores, já que não haveria registro das buscas realizadas previamente por um usuário sobre determinado destino: FALSO.

“As agências de viagens e as companhias aéreas buscam conhecer seus clientes cada vez melhor e oferecer soluções mais convenientes e sob medida. O objetivo é oferecer o melhor voo. Por exemplo, se um casal vai viajar com seus filhos pequenos e a agência e companhia aérea têm conhecimento disso, elas não vão oferecer um voo com uma escala de 6 horas ou com mudança de aeroporto. No caso de um jovem “mochileiro” que prioriza preço, tais opções lhe serão ofertadas. Poderão ser oferecidos também serviços adicionais ou até mesmo promoções, no caso de clientes fidelizados. Não conheço nenhuma agência ou companhia aérea que utilize esse conhecimento para cobrar mais caro sobre o preço de um voo. Não faz sentido, porque os provedores de serviço desejam conhecer seus clientes e construir uma relação de longo prazo”.

Há alguns dias específicos da semana em que comprar uma passagem aérea é mais barato: VERDADEIRO.

“Segundo vários blogueiros e comentários em fóruns, as terças-feiras são os melhores dias para comprar, uma vez que as companhias aéreas lançam suas promoções às segundas-feiras e, se não venderem muito, baixam os preços às terças, teoria confirmada também em um relatório da Airlines Reporting Corporation publicado em novembro de 2014, com diversas explanações que, em geral, dizem respeito ao momento aproximado em que as companhias aéreas lançam suas ofertas para melhorar a ocupação dos voos”.

Quando encontrar uma passagem a um bom preço, melhor comprá-la logo, porque seu preço pode mudar de uma hora para outra: VERDADEIRO.

“Sim, é verdade. As companhias aéreas têm o objetivo de combinar a maior ocupação possível com os ganhos mais altos, em termos de preços. Para isso, monitoramentos são realizados em espaços de tempo cada vez mais curtos para responder rapidamente a situações de mercado. Isso pode significar o surgimento tanto de preços mais baixos, em promoções, quanto de preços mais altos.

O que é preciso levar em consideração na hora de comprar passagens?

Primeiramente é necessário definir o momento em que a viagem será realizada, levando em consideração que na baixa temporada as tarifas podem ser bem mais baixas, e evitando feriados e o Natal, por exemplo. Por outro lado, é preciso comprar pelo menos dois meses antes do voo, para obter as melhores tarifas.

Sempre é bom ficar atento às promoções como as de “Black Friday” ou a outros descontos oferecidos pelas companhias aéreas ou agências de viagens. Hoje em dia os bancos são mais uma alternativa, com parcerias com companhias aéreas e outros provedores de viagens para oferecer benefícios aos seus clientes por meio de descontos diretos ou de pontos ou milhas, o que também poderia ajudar a minimizar o custo de uma viagem.

Fonte: Agentes de Viagem

Americanos voltam a comprar pacotes em agências de viagem

Os agentes de viagens estão de volta. Pelo menos nos Estados Unidos. Esse foi o parecer do vice-presidente de Insights da MMGY, Steve Cohen, após o último levantamento da instituição de pesquisa. Os resultados apontam que, nos últimos quatro anos, houve um salto de 50% no número de turistas norte-americanos interessados em consultar um agente de viagens.

Entretanto, Cohen aponta que os agentes poderiam ter resultados ainda melhores se tivessem uma voz mais ativa no mercado e pudessem demonstrar o quanto uma agência é capaz de fazer pelo consumidor. O pesquisador acredita que transformar a agência de viagens em marca é uma alternativa para cativar o cliente e transformar o cenário. “A proposta é cara, mas a chance de retorno é realmente grande”, disse.

Em números absolutos, o balanço da MMGY mostrou que mais de nove milhões de passageiros dos Estados Unidos querem contatar um profissional de Turismo. Se a teoria for praticada, cerca de US$ 83,7 bilhões serão adicionados a receita dos canais de distribuição como um todo.

O levantamento mostrou ainda que 34% das pessoas que integram a geração millennials, ou geração Y, já usam o serviço realizado pelo agente de viagens. A porcentagem, por sinal, tende a ser ainda maior quando o preço do bilhete aéreo para o destino escolhido é alto. Para Cohen, esses dados indicam que os millennials estão fugindo do modelo oferecido pelas OTAs e repensando seus costumes.

De acordo com a pesquisa, o perfil do cliente que frequenta a agência de viagens tem 39 anos, é casado, tem filhos e uma renda familiar anual de US$ 145,8 mil. As principais razões que levam o consumidor a procurar um agente são experiência, confiança e praticidade. Além disso, 86% dos entrevistados afirmam que o uso de um agente oferece controle maior da viagem. Outros 79% dizem que o profissional encontrará o melhor preço disponível no mercado.

A MMGY também questionou como os consumidores escolhem a agência de viagens. Segundo Cohen, a maioria dos entrevistados respondeu que chegou à agência por meio de indicações. “Em meados dos anos 90, quando as companhias aéreas estavam pagando comissão e tínhamos nomes como Liberty Travel e AAA, as pessoas conheciam as agências. Hoje, acho que a maioria das agências daqui não estão na mente do consumidor final”, opinou.

Fica a dúvida em relação ao Brasil. Qual será a taxa de utilização do agente de viagens? Será que estamos em crescimento? Fato é que, assim como nos Estados Unidos, se o setor possuísse uma voz mais ativa no mercado e soubesse demonstrar a diferença causada por um agente de viagens faz, muito provavelmente a classe seria mais valorizada.

Fonte: Panrotas

Porto foi eleito melhor destino europeu de 2017

O público de todo o mundo pronunciou-se e o voto é soberano: o Porto foi eleito o melhor destino turístico europeu de 2017. As votações no site European Best Destinations terminaram esta sexta-feira e o vencedor foi anunciado às 15h00 pela mesma organização. O Porto é a única cidade portuguesa a ter vencido e é também a única repetente de todo o concurso: em 2012 e 2014, também foi eleita destino do ano.

“Nunca a escolha de uma cidade foi tão unânime entre os viajantes de todo o mundo”, revela o site, acrescentando que o Porto recebeu votos de 174 países.

“Mais de metade dos votos no Porto foram registados no estrangeiro“, acrescenta ao Observador a Câmara Municipal do Porto, que foi informada pela organização com alguma antecedência, e que marcou uma conferência de imprensa para as 15h30, com a presença de Rui Moreira.

Em países como os Estados Unidos, França, Dinamarca, Coreia do Sul, Irlanda, África do Sul, Inglaterra e Canadá, o Porto (Portugal) foi a cidade número um para os votantes, adianta ainda o site de turismo. Ao todo, a cidade recebeu mais de 130 mil votos. Na quinta-feira, Milão e Atenas eram as principais adversárias. Em segundo ficou mesmo a cidade italiana, com Gdansk, na Polónia, a ascender ao terceiro lugar.


Manuel Aranha, vereador com o pelouro do Turismo, destaca a “visibilidade” que o concurso dá à cidade, que se soma ao “orgulho dos cidadãos do Porto, por receberem mais uma vez este prémio, fruto de uma votação aberta a todo o mundo”, destaca ao Observador. O peso dos votos estrangeiros é “bastante positivo”. “Sobretudo tendo em conta a forma como este tipo de concursos é visto, baseado em mobilizações nacionais.”

O município não deixou de fazer, nas últimas três semanas, um trabalho de mobilização ao voto na cidade, convidando personalidades como o reitor da Universidade do Porto, Sebastião Feyo de Azevedo, o cantor Miguel Guedes ou a atleta Sara Moreira, a explicarem porque era importante votar. Na quinta-feira — e de forma autónoma, garante a autarquia –, a super-modelo portuense Sara Sampaio também escreveu um post nas redes sociais para promover a cidade. Que, só no Facebook, conquistou 8,3 mil ‘curtidas’.

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O fato de a maior parte dos votos ter chegado do estrangeiro mostra que “a cidade tem um posicionamento de destino de excelência” lá fora, destaca o vereador Manuel Aranha, sem que, no entanto, seja fácil medir o impacto direto no crescimento do turismo.

Esta foi a 8.ª edição dos European Best Destinations. De acordo com o site, esta foi a edição mais concorrida de sempre, com 426 mil votos. Viena (Áustria), Berlim (Alemanha), Atenas (Grécia), Londres (Inglaterra), Bruxelas (Bélgica), Praga (República Checa), Basileia (Suíça), Stari Grad (Croácia), Wild Taiga (Finlândia), Amesterdão e Roterdão (Holanda), Madrid e San Sebastian (Espanha), Sozopol (Bulgária), Gdansk (Polónia), Roma e Milão (Itália), Paris e Bonifacio (França) eram as outras cidades finalistas.

Fonte: Observador

Chega! Ninguém merece ser enganado

Você gosta de viajar? Nós também. Mas você sabe o valor real de uma diária de hotel, da passagem aérea ou de um pacote de viagem?

Daqueles que têm o hábito de utilizar-se das OTAs (agências de viagem online como Decolar, Viajanet, Submarino Viagens, Hoteis.com, etc) somente o turista corporativo, aquele que viaja a negócio e normalmente utiliza o mesmo trecho aéreo e hospeda no mesmo hotel, sabe quando está pagando caro ou barato por uma viagem.

Os outros vivem da ilusão de que aquela promoção no site é realmente uma oportunidade. E na maioria das vezes caem como patinhos.

Engana-se quem acha que comprar pela internet é sempre a melhor pedida.

Quer um exemplo? 

Recentemente uma amiga nos consultou sobre uma determinada hospedagem (apenas hospedagem) que ela e o marido haviam visto em um desses aplicativos de celular, ela se dizia feliz porque conseguiu um preço incrível para um grande resort do nordeste. Pedimos um print da tela para conferir a tal promoção e ela nos mandou (ao lado).

Realmente, a diária no resort all inclusive para dois adultos e uma criança por R$ 977,00 era uma bela oportunidade, mas ela não havia chegado até a tela da reserva ou não observou que o imposto cobrado pela empresa era de quase 50% (CINQUENTA POR CENTO) sobre o valor das diárias.

LEIA TAMBÉM: O que o agente sabe melhor que o viajante? 

O Brasil é um dos países com os maiores impostos no mundo, mas 50% de imposto é roubo!!! A pegadinha neste caso era colocar a diária baixa, num valor atraente e cobrar a diferença -para o valor real- em impostos. A título de curiosidade, o imposto cobrado no turismo é de 10%.

Para comprovar a enganação (ou mentira), pedimos a uma agência de viagens para simular um pacote com passagem aérea + transfer + 7 noites de hospedagem com all inclusive nesse mesmo resort e o valor ficou em R$ 10.659,00. 

É isto mesmo que você leu! 

Por R$ 788,02 a mais ela tem 3 passagens aéreas de ida e mais 3 de volta, transfers do aeroporto ao hotel e o contrário e as mesmas sete noites de hospedagem com all inclusive que o app oferecia como uma super oportunidade. Para essa viagem somente o transfer, se comprado a parte, sairia por R$ 600,00 para os três.

Leia também: Por quê Comprar na Agência de Viagens?

Não estamos aqui querendo dizer que todos os sites ou todas as oportunidades são uma FRAUDE, mas na grande maioria são pegadinhas que induzem o turista a comprar gato por lebre.

Nós alertamos e sempre indicamos que um bom agente de viagens é indispensável. Não só para conseguir a melhor tarifa, mas também para dar as dicas certas, as informações precisas e o suporte correto se caso vier a precisar.

Procure primeiro a sua agência de viagens e somente depois -e se eles não conseguirem uma condição adequada- faça a opção pelas OTAs.

Afinal você trabalhou duro para ter alguns dias de paz e tranquilidade e não quer ver tudo indo por água abaixo por causa de uma escolha errada.