Operadora realiza viagens incríveis de moto pela Europa

Mais do que guias de viagem, somos motociclistas, sabemos o que é preciso, os melhores caminhos a percorrer, onde provar as culinárias regionais e quais os hotéis mais especiais para passar a noite.

Para quem curte um tour de moto, a Moto Travel Tours traz para o Brasil os melhores e mais interessantes roteiros de motos pela Europa e África. São destinos como Portugal, Espanha, Itália, Islândia, Marrocos e África que podem ser percorridos em grupos ou individualmente.

Os tours sempre começam em Lisboa, onde o viajante desembarca e é recebido pela equipe da Moto Travel Tours, depois de duas ou três noites conhecendo Lisboa, o turista começa o seu tour com o suporte da empresa. Em todas as cidades por onde passará o viajante tem hospedagem em hotéis nas categorias 4 ou 5 estrelas, dicas e informações sobre o roteiro. Para fazer o tour basta ter uma habilitação nacional na categoria.

Para isso, reunimos uma infraestrutura flexível e na medida das necessidades dos motociclistas viajantes.

O turista brasileiro que desejar experimentar a emoção de pilotar uma moto pelos desertos no Marrocos ou nas geleiras da Islândia, pode contratar os serviços através da Sempre Viajar, representante da Moto Travel Tours no Brasil ou nas agências credenciadas.

O motociclista ainda pode utilizar pontos dos cartões de crédito para comprar as passagens aéreas, fazendo com que a viagem fique mais em conta.

Se a sua preferência for fazer viagem autoguiada aqui pela Europa, oferecemos também locação de motos BMW novas e o ajudamos a montar o seu roteiro, reservando hotéis e lhe fornecendo dicas que tornarão sua viagem mais prazerosa.

REALIZAMOS VIAGENS INESQUECÍVEIS DE MOTOCICLISTA PARA MOTOCICLISTA. É ASSIM QUE TRABALHAMOS EM TODOS OS NOSSOS TOURS E SERVIÇOS.

Para saber mais você pode entrar em contato com a Moto Travel Tours em Cascais, Portugal pelo Whatsapp +351 965 835 753 | www.mototraveltours.com | Sempre Viajar (37) 984 121 998 com Frederico

Por quê os Agentes de Viagens são Importantes?

Amigos, colegas e parentes sempre me perguntam onde eles devem pesquisar e reservar voo, hospedagem e outros serviços turísticos, já que trabalho no turismo há tanto tempo. Normalmente eles se referem aos sites das empresas, mas quando recomendo que busquem um bom agente de viagens, eles se surpreendem, porque têm no imaginário que a viagem será mais cara e me perguntam: Por quê agentes de viagens são importantes?

Sim, sabemos que muita gente compra direto nos sites. Sim, sabemos que os viajantes PRECISAM entender melhor porquê o trabalho do agente de viagens é importante e como esse profissional pode agregar valor à sua viagem.

Sei que não é fácil explicar ao seu cliente que a expertise do agente de viagens pode fazer a diferença, então esse post é para te ajudar a argumentar com o viajante que ainda pensa que sai ganhando se comprar direto no site de uma OTA. Vamos aos argumentos:

1) Tempo é dinheiro

Pesquisa do Google mostrou que um viajante médio navega durante dois meses na web para planejar e comprar sua viagem. Ele assisti a 5 vídeos, faz cerca de 34 pesquisas e visita 380 sites. Normalmente usa os seus “momentos digitais” para navegar na internet, sendo que 87% das vezes o faz a partir do celular. Seu cliente tem esse tempo? Ele sabe quais são os sites confiáveis? Esses já seriam um bons argumentos para mostrar porquê os agentes de viagens são importantes!

Leia também: Decolar.com é condenada a pagar R$ 43 mil a aposentados por hotel fechado

2) A Expertise faz A diferença

Quando as OTAs surgiram, todo mundo se apavorou e achou que era o fim das agências de viagens tradicionais. De fato, só nos Estados Unidos no período de 1996 a 2006 50% das agências de turismo fecharam, em geral aquelas que oferecem os produtos semelhantes, ou seja, que não têm diferencial mercadológico nenhum.

Sabemos que o viajante pode reservar hotel ou voo num clique, mas viagens mais complexas, para destinos menos convencionais, é fundamental ter bom planejamento e conhecer todas as exigências em relação a vacinas, vistos, documentos, etc. O bom agente de viagens tem todas informações!
Nos Estados Unidos (e outros países também) os agentes de viagens têm buscado a certificação, o que lhe confere o título de especialista em determinado segmento turístico (como viagens de luxo, no programa Virtuoso) ou destino turístico, neste caso o agente participa da capacitação e se estiver apto recebe o certificado. É uma forma que eles encontraram para comprovar a sua expertise, ou seja, de mostrar aos consumidores porquê os agentes de viagens são importantes. Você tem participado dos cursos, certificações, treinamentos, etc? Tente se manter atualizado. Tem muita coisa bacana na internet.

3) Segurança e paz de espírito

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Todos nós sabemos como é gostoso viajar quando alguém já cuidou de todos os detalhes. É um conforto enorme e isso gera uma sensação de paz e liberdade, que te permite aproveitar o tempo só para curtir a viagem e não ter que tomar providências ou resolver problemas, nem mesmo pesquisar qual o melhor tour ou a melhor forma de chegar ao atrativo “x”.
Ainda, se ocorrer algum problema durante a viagem, o agente de viagens vai poder resolver ou minimamente orientar o passageiro.

Seu cliente sabe que essa tranquilidade não tem preço???

4) Contato humano

No fim das contas, vender viagens é entender as pessoas (quem disse isso foi o Patriani, e ele entende bem desse assunto…). Nós vendemos sonhos, inspirações, experiências…. Essas emoções não estão nos sites, blogs, nos motores de busca das OTAs! Elas são proporcionadas pela empatia entre vendedor e viajante. Isso explica porquê os agentes de viagens são importantes. Eles têm a oportunidade de captar a vontade, o desejo, a necessidade de cada cliente. Seja pessoalmente ou por telefone, email ou chat. O grande lance aqui é captar o desejo de cada cliente e oferecer o melhor produto que cabe no bolso dele. Não é fácil, mas sempre digo que vale a pena gastar mais tempo conversando com o cliente para identificar o que ele realmente deseja e menos tempo para fazer diversos orçamentos.

Fonte: Agente no Turismo

O que turistas podem ou não podem trazer do exterior na bagagem

Turistas estrangeiros e brasileiros agora estão oficialmente autorizados a trazer na bagagem na chegada ao Brasil itens como queijo, doce de leite, salame e bacalhau.

A nova federal, em vigor desde maio, passou a autorizar ao ingresso no Brasil de produtos de processados de origem animal. Até então, apenas os produtos processados de origem vegetal eram permitidos.

Para passar pela alfândega, entretanto, os produtos “devem estar acondicionados em sua embalagem original de fabricação, com rotulagem que possibilite a sua identificação, devidamente lacrados, sem evidência de vazamento ou violação”, segundo a instrução normativa instituída pelo Ministério da Agricultuta.

Além disso, entrada de produtos de origem animal está limitada a até 5 quilos ou 10 quilos por pessoa, dependendo do produto. Vale lembrar que estes itens entram no cálculo da cota de isenção, e podem estar sujeitos a taxa de importação.

Pelas regras da Receita Federal, o limite para isenção de impostos é de compras até US$ 500 para quem chega ao Brasil de navio e avião e de até US$ 300 para quem viaja por terra.

Alimentos in natura, a granel, fracionados e de fabricação caseira seguem proibidos, e diversos produtos têm sua entrada vetada ou precisam de autorização prévia específica para entrar no país. Há também alguns limites quantitativos para determinados produtos poderem entrar no país sem estarem sujeitos à taxa de importação.

Veja abaixo as principais regras:


PODE TRAZER E NÃO PRECISA PAGAR IMPOSTO
– Livros, folhetos e periódicos, sem restrições de quantidade
– Itens de uso ou consumo pessoal desde que usados e compatíveis com as circunstâncias e duração da viagem. Ex: 1 relógio usado, 1 máquina fotográfica usada, 1 telefone celular (filmadoras, computadores e tablets não são isentos)
– Bens para atividades profissionais, desde que com termo de responsabilidade pelo uso
– Itens novos e presentes que somem, no máximo, US$ 500
– Compras de até US$ 500 em free shops no Brasil

PODE TRAZER, MAS SÃO SUJEITOS À TRIBUTAÇÃO
Cota de isenção é de US$ 500 (via aérea ou marítima) ou US$ 300 (via terrestre ou fluvial)
DiviShopping 01– Roupas e artigos de vestuário
– Produtos de higiene e beleza
– Equipamentos eletrônicos
– Produtos de origem vegetal industrializados, embalados e lacrados
– Chocolates, doces e geleia
– Vinhos e bebidas em geral
– Azeite e café (solúvel, torrado e moído)
– Pó para sorvetes e sobremesas
– Artesanato e bijuteria
– Presentes e souvenirs

PODE TRAZER, MAS HÁ LIMITE MÁXIMO
– Alimentos processados derivados de carne: até 10 quilos.
Ex: salame, presunto, bacon, charque, torresmo
– Alimentos processados derivados de leite, de ovo, produtos de confeitaria e produtos para consumo de animais: até 5 quilos/litros.
Ex: queijo, doce de leite, manteiga e iogurte
– Pescados destinados ao consumo humano: até 5 quilos.
Ex: bacalhau, defumado eviscerado e esterilizado

PODE TRAZER, MAS HÁ LIMITAÇÃO PARA ENTRAR NA COTA DE ISENÇÃO
– Bebidas alcoólicas: 12 litros
– Cigarros estrangeiros: 10 maços
– Charutos ou cigarrilhas: 25 unidades
– Fumo: 250 gramas
– Bens com valor até US$ 10 até 20 unidades, no máximo 10 idênticos
– Bens com valor acima de US$ 10 até 20 unidades, no máximo 3 idênticos

COTA EXTRA NO FREE SHOP
Compras em lojas no desembarque no Brasil têm cota extra de isenção de US$ 500
– Bebida alcoólica: 24 unidades (máximo de 12 por tipo de bebida)
– Cigarro: 20 maços
– Charutos ou cigarrilhas: 25 unidades
– Fumo: 250 gramas
– Artigos de higiene e beleza: 10 unidades
– Relógios, máquinas, brinquedos ou eletrônicos: 3 unidades

PRECISAM DE AUTORIZAÇÃO
Alguns itens estão sujeitos a controles específicos de órgãos do governo
– Vegetais, sementes, frutas e hortaliças frescas, flores, carne in natura: Vigilância Agropecuária (Vigiagro)
– Remédios, produtos médicos, produtos para limpeza, instrumentos e materiais destinados à estética ou ao uso odontológico: Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)
– Armas e munições: Exército Brasileiro
– Animais silvestres: Ibama
– Equipamento de telecomunicações: Anatel
– Diamantes brutos: Departamento Nacional de Produção Mineral (DNMP)

PROIBIDOS
– Cigarros e bebidas fabricados no Brasil, destinados à venda exclusivamente no exterior
– Cigarros de marca que não seja comercializada no país de origem
– Réplicas de arma de fogo
– Espécies animais da fauna silvestre sem parecer técnico e licença
– Espécies aquáticas sem permissão do órgão competente
– Produtos falsificados ou pirateados
– Produtos contendo organismos geneticamente modificados
– Agrotóxicos, seus componentes e afins
– Mercadoria “atentatória à moral, aos bons costumes, à saúde ou à ordem pública”
– Entorpecentes ou drogas

PODE TRAZER, MAS SÃO SEMPRE TRIBUTADOS
– Bens acima do limite de isenção
– Valores em espécie, em moeda nacional ou estrangeira, acima de R$ 10 mil
– Veículos automotores, peças ou componentes, inclusive pneus
– Bens ou equipamentos destinados à revenda ou ao uso industrial
– Encomendas para terceiros
– Máquinas e aparelhos que requeiram alguma instalação para seu uso.

Leia também: A bagagem foi extraviada, o voo foi cancelado, e agora?

Fonte: G1

Queda do dólar faz turistas voltarem a procurar viagens ao exterior

Após começar o ano cotado a R$ 3,94, o dólar comercial terminou o primeiro semestre de 2016 rondando o patamar de R$ 3,20. A queda da moeda estrangeira tem feito turistas que haviam adiado viagens ao exterior voltarem a considerar os planos de visitar outros países.

É o que disseram profissionais de agências de viagem. Segundo eles, a procura por pacotes turísticos internacionais voltou a crescer após a baixa do ano passado, especialmente nos últimos dias, com a recente queda da moeda.

“O que eu tenho sentido é procura muito grande por pacotes pra Orlando, para a Disney. Que é uma demanda reprimida do ano passado, já que o dólar alto deu uma inibida nessa procura”, diz o gerente do departamento de viagens a lazer da Nix Travel, Elquisson Souza.

“De uns 15 dias para cá, a procura aumentou muito. Por enquanto ainda não resultou em vendas, mas esse derretimento das moedas estrangeiras realmente deu uma acelerada na procura.”

Aldo Leone Filho, presidente da Agaxtur Viagens, também fala em “demanda reprimida”. “A demanda reprimida de quem não estava podendo viajar porque estava muito caro agora começa a encontrar opções e viagens mais em conta, ainda mais com o parcelamento fixo em reais, que é diferente da compra do cartão de crédito, que fica com o risco de quando vai ser cobrada a fartura do cartão”, afirma.

Quando faz compras em dólar com o cartão de crédito, o consumidor fica sujeito à cotação da moeda no dia do pagamento da fatura, e não no momento da compra. O valor da fatura é emitido de acordo com o câmbio no dia do seu fechamento. Se o cliente faz o pagamento em uma data diferente, ainda dentro do prazo de vencimento, está sujeito ao preço do dólar naquele dia.

Aldo Leone Filho conta ainda que, nos últimos dias, sentiu um forte aumento da procura por viagens para a Europa, com o euro em queda. Lisboa é um destino em que os pacotes são baratos e o custo por dia é o mais baixo das capitais europeias, além disso Portugal é fascinante.

Leia também: O que fazer em Lisboa

“Esse negócio do euro baixo está sensacional pra gente. O que nós vendemos para a Europa nas últimas duas semanas é quase o dobro do ano passado. É inegável”, afirma. “E tem ainda uma mudança do comportamento do consumidor. O brasileiro está voltando a buscar viagens pela cultura e para ‘dar um relax’, não para fazer compras.”

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Para quem tem viagem marcada, é hora de comprar dólar?

Mesmo em momentos de alta ou queda brusca do dólar, a recomendação dos especialistas é evitar fazer “previsões” para escolher o momento da compra da moeda para viajar.

“Fazer previsões sobre o dólar é sempre complicado, é mais ou menos que nem acertar o sexo do bebê durante a gravidez sem ultrassom. O que a gente sugere é prestar atenção no valor médio”, diz José Eduardo Balian, professor da Faculdade de Administração da FAAP. “A sugestão é: vá comprando em período diferentes.”

Isso significa que a recomendação para o turista que vai viajar daqui a três meses, por exemplo, é de dividir a compra, adquirindo um pouco de dólares a cada mês, por exemplo. Assim, no final, terá comprado a moeda pelo valor médio daquele período. “O valor médio é mais interessante que o valor específico do momento”, diz Balian.

“É duro saber o momento certo de comprar. Se você vai viajar, compre um pouco hoje, um pouco amanhã, depois de amanhã, semana que vem, e analise o valor médio. Agora, claro, se você não comprou a moeda ainda e vai viajar agora, com essa queda é um bom momento. Mas é difícil saber o que vai acontecer na semana que vem, de repente estoura uma bomba, acontece outro escândalo, uma coisa muito séria, e aí o dólar vai subir de novo. Por isso o valor médio pode ser uma solução.”

Por que o dólar de turismo é mais caro?

O dólar de turismo, também usado por consumidores para comprar algo no exterior ou mesmo quando importam produtos de outros países, é mais caro que o dólar comercial – usado pelas empresas e bancos para as outras transações realizadas no mercado de câmbio, como exportação, importação e transferências financeiras.

Leia também: Dá para viajar de graça com pontos ou milhas?

O preço pago pelo dólar leva em consideração os custos administrativos e financeiros. Segundo o Banco Central, a taxa de câmbio pode variar de acordo com a natureza da operação, da forma de entrega da moeda estrangeira e de outros componentes tais como valor da operação, cliente, prazo de liquidação etc. Como os consumidores compram volumes menores que as empresas e outros bancos, esses custos tendem a ser maiores.

Fonte: G1