O que a Accor tem a aprender com a marca Caesar Business

Como anunciado em Julho de 2012, a rede francesa Accor Hotels comprou os 29 hotéis do Grupo Posadas na América do Sul. Proprietário das marcas Caesar Park (Rio de Janeiro e São Paulo) e Caesar Business a rede mexicana deixou de operar no Brasil, Argentina e Chile onde seus hotéis passaram para a bandeira da Rede Accor Hotels.

Mas o que isso significa para o viajante?
Em uma resposta bem objetiva, isso significa que o mercado (leia: você viajante) perdeu em qualidade de serviço e diversificação de produto.
Desde o ano passado temos experimentado alguns hotéis da marca Caesar Business em nossas viagens pessoais e de negócios e ficamos muito surpresos com a qualidade dos serviços, a atenção dispensada e a sensação de bem-estar ao hospedarmos em hotéis como o Caesar Business Belvedere em Belo Horizonte e no Caesar Business Botafogo, no Rio de Janeiro.
Certa vez no Caesar Business Belvedere fomos abordados pelo gerente Hiram Delacroce durante o café da manhã, além de se apresentar ele queria algumas informações sobre a nossa satisfação. Tudo muito informal e com um grande resultado, uma vez que um pequeno problema detectado no apartamento foi logo sanado.
Já no Caesar Business Botafogo, ao efetuarmos a reserva no hotel, informamos que o motivo da viagem era a comemoração de uma data especial e para a nossa surpresa fomos presenteados com vinho, queijos e frutas.
Esses dois hotéis deverão ser incorporados pela marca Mercure da rede Accor e aí ficam as perguntas: Alguém conhece um gerente dos hotéis Mercure? Qual foi a última vez que você ganhou algum tipo de brinde hospedando-se em um hotel da Accor?
Para nós, clientes habitués, o maior prejuízo é trocar a personalização no atendimento e o contato próximo, pela generalidade e frieza comuns em hotéis de grandes redes. 
Mas quem sabe a Accor Hotels resolve fazer diferente e absorver o que tem de melhor no Grupo Posadas. Aí sim teremos hotéis novos, reformados e com um serviço a altura da marca mundialmente consagrada.  

Passageiro com mala perdida terá R$ 300 na hora

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) mudou as regras de transporte de bagagens em voos nacionais e para fora do país. Agora, as empresas serão obrigadas a pagar 300 reais na hora para o passageiro que tiver sua bagagem extraviada e estiver fora da sua cidade. Além disso, o prazo para encontrar a mala caiu de trinta para sete dias – e, no caso de perda, a indenização terá de sair em catorze dias, e não mais em um mês.
Além disso, o limite de bagagem para voos entre o Brasil e a América do Sul e América Central será de 23 kg – hoje, é de 20 kg. Também ficou padronizado o limite de duas peças de 32 kg para os demais voos internacionais – ou seja, permanece a franquia de bagagem dos voos para os Estados Unidos e principais destinos da Europa. Segundo a Anac, 106 países adotavam a franquia, mas outros 148 outros destinos, não. Voos domésticos comerciais continuam com a franquia de 23 kg.
A nova proposta atualiza a portaria 676, criada em 2000, e foi colocada em audiência pública no site da Anac nesta quarta-feira. A minuta completa da resolução será publicada na segunda. A partir da aprovação do texto final, que receberá contribuições ao longo do mês de abril, a medida tem noventa dias para entrar em vigor.
Os cerca de 300 reais – na verdade, 100 Direitos Especiais de Saque (DES), um índice internacional cuja cotação pode ser conferida no Banco Central – devem ser pagos à vista ao passageiro na hora do extravio. Hoje, as companhias tinham sua própria política de ajuda de custo em caso de extravio e pagavam valores diversos, analisados caso a caso.
Também ficou estabelecido que todo passageiro poderá levar pelo menos cinco quilos de bagagem de mão sem custo, como já acontece atualmente. As companhias, porém, terão a liberdade de oferecer uma franquia maior, como cortesia ou cobrando taxa opcional.
Companhias – Nos bastidores, as companhias faziam lobby com a Anac para que todo e qualquer parâmetro de peso, tamanho e quantidade de malas fossem determinados livremente por elas, como acontece nos Estados Unidos e Europa. A agência cedeu em partes: fixou um limite, mas abriu uma brecha para que as aéreas internacionais possam oferecer uma franquia menor e baixar o preço do bilhete.
Na prática, uma companhia agora pode vender uma passagem mais barata para o passageiro que estiver disposto a levar menos peso. Mesmo assim, o setor reclamou. “Um passageiro que leva 64 kg não tem bagagem, tem carga. Somos contra e vamos nos manifestar”, afirma Robson Bertolossi, presidente da Junta dos Representantes das Companhias Aéreas Internacionais no Brasil (Jurcaib).
Para Ronaldo Jenkins, diretor técnico da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), a resolução “não saiu bem como as empresas queriam”. “Em Londres, por exemplo, os trabalhadores não descarregam malas acima de 23 kg. As malas acabam sendo retiradas por outra equipe, o que gera um custo adicional, naturalmente”, afirma. Ele conta que as empresas haviam pedido para que, em vez de 32 kg, a padronização fosse de 23 kg para os internacionais.
Sobre o prazo de sete dias para encontrar bagagens extraviadas, Jenkins acha que o tempo é curto, mas as empresas aéreas “terão de se adaptar”. “Primeiro tem o cara que diz que a bagagem extraviou só para receber o dinheiro.
Depois, esse prazo de sete dias para voos domésticos é curto, mas até dá. Agora, em voos internacionais, é muito mais difícil.” A Anac diz que “as sanções previstas pelo descumprimento do disposto na resolução podem variar de 20 000 a 300 000 reais”.
Fonte: Veja

Que tal pilotar no autódromo de Interlagos? Saiba como isso é possível

Quem nunca sonhou em imitar os feitos de pilotos como Ayrton Senna e Emerson Fittipaldi e dar ao menos uma voltinha no autódromo de Interlagos, em São Paulo? Pouca gente sabe, mais isso é possível. “Aqui é um parque público, as pessoas podem entrar e conhecer gratuitamente as dependências, desde que não haja competição que cobre entrada”, afirma Chico Rosa, assessor técnico do autódromo onde é realizado o Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1.

Ele ainda acrescenta que, se a agenda estiver livre, é possível até entrar e dar uma volta de carro pela pista. “Para isso, porém, é necessário que a pessoa ligue antes no número (11) 5666-8822 e se informe sobre a disponibilidade do local. Se for possível, marcamos um horário e a pessoas será acompanhada por alguém da nossa equipe em um tour de carro pelo circuito”, explica Rosa.

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Outra possibilidade de aproveitar as dependências do templo do automobilismo são os cursos oferecidos por escolas de pilotagem no local. Eles podem ser tanto de direção defensiva quando de pilotagem, e têm duração rápida, de um ou dois dias. São duas as que oferecem aulas por lá: o Centro de Pilotagem Roberto Manzini (11 5668-5353) e o Alpie Competições (11 5666-6041).

Localizado no bairro de Interlagos, na Zona Sul de São Paulo (Avenida Senador Teotônio Vilela, 261), o Autódromo José Carlos Pace (nome oficial do espaço) foi inaugurado em 1940 e possui um circuito com 4.309 metros de extensão. As arquibancadas têm capacidade para 30 mil espectadores. Apesar de ser da década de 1940, o autódromo só passou a receber corridas da principal categoria automobilística do mundo em 1972, quando Emerson Fittipaldi cruzou a linha de chegada na primeira colocação.

Além das provas de Fórmula 1, o espaço recebe uma série de outras competições, como a Fórmula Truck, Stock Car, GT Brasil (que reúne carros esportivos como Ferrari, Lamborghini e Porsche), Fórmula 3 e até mesmo corridas de carros antigos, como fuscas e DKVs.

Fonte: Terra 

Leia sobre essa experiência no blog Sempre Viajar.

Blogs ajudam turistas na hora de organizar suas viagens

Um fenômeno está crescendo na web. São os blogs de turismo que ficam cada veis mais especializados e passam a servir de ferramenta de pesquisa para turistas e curiosos.

Afinal, quem não gostaria de receber dicas de um determinado destino diretamente das pessoas que lá estiveram?

Esse é o intuito de grande parte dos blogs de viagens. Experimentar, testar e compartilhar com quem busca dicas precisas e isentas de interesses comerciais. Mas cuidado, nem todos são bem assim.

Para ganhar força e credibilidade, algumas blogueiras se organizaram e criaram uma rede onde divulgam seus sites. Trata-se do Mix Blog Clubhttp://www.mixtravelclub.com/– a primeira rede de blogueiras de viagem do Brasil.

A ABBV – Associação Brasileira de Blogs de Viagem – é uma outra organização que visa listar os blogs escritos por viajantes com isenção em suas opiniões (postagens), tanto que a entidade possui um código de ética para seus escritores.

Tentando navegar nas mesmas águas, agências de viagens e operadoras de turismo lançam seus blogs para tentar atrair mais clientes em busca de informações e assim oferecer seus pacotes. Esse é o caso da GapNet que possui o blog Midia MMTGapNet.

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Jornais e revistas também aderiram ao formato dos blogs de viagem. Com um modelo diferenciado de editorial, tentam atrair mais os passageiros de primeira viagem. O Estadão mantém o blog Blog do Estadão Viagem e a revista Viagem da editora Abril mantém vários blogs e blogueiros em sua página: Blogs Viaje Aqui e também o blog da própria revista.

Para quem escreve os blogs (chamados blogueiros e blogueiras) o mercado turístico começa a sinalizar positivamente. Além do crescente números de leitores, as empresas ligadas ao setor estão cada vez mais atentas a essa ferramenta e buscam manter uma relação mais próxima com os ‘escritores’, além de tê-los como ‘clientes ocultos’ em seus hotéis, aeronaves, navios, passeios e até mesmo cartões de crédito e seguro viagem, testando e avaliando detalhadamente todos os serviços.

De olho nessa linha o blog Sempre Viajar, escrito pelo casal e agentes de viagem Fred Oliveira e Denia Guimarães, busca apoio em empresas que comercializam os destinos que serão visitados por eles e em troca se dispõem a testar os serviços e relatar aos leitores (e as empresas) tudo o que experimentaram, sem a menor intervenção das apoiadoras. Para os escritores a isenção é fundamental para manter a credibilidade do blog e para as empresas, ter seus produtos testados por quem entende do assunto é uma grande oportunidade para corrigir erros em sua operação e nos novos produtos que ainda serão colocados no mercado. Além disso o casal é frequentemente convidado para testar novos roteiros, usar serviços incomuns como deixar o check-in de um vôo para os últimos cinco minutos ou devolver um carro ás 03h00 da manhã no aeroporto só para ver como os atendentes se sairiam e experimentar serviços que ainda não estão disponíveis nas ‘prateleiras’ das agências de viagens.
O Sempre Viajar ( +Sempre Viajar ) conta com o apoio da rede Accor Hotels, Hertz do Brasil, Tam Airlines e da operadora de celular Claro que é utilizada para compartilhar tudo nas redes sociais.
Em uma de suas viagens a São Paulo, eles avaliaram positivamente um hotel da rede Accor e ao mesmo tempo chamaram a atenção da gerência para pequenas falhas que devem ser corrigidas.

Outros blogs que fazem sucesso na internet são:

A maioria dos blogueiros sobrevive com a venda de links patrocinados ou oferece serviços como a reserva de hotéis diretamente em seus sites, portanto se você gostou de um determinado blog clique nos links para reservar seu hotel, assim você estará contribuindo com seus escritores.