Gastos de brasileiros no exterior aumentam mais de 30% em fevereiro

As despesas dos turistas brasileiros no exterior registradas em fevereiro deste ano aumentaram 30,98% em relação às de fevereiro de 2011. De acordo com a Nota do Setor Externo, divulgada nesta sexta-feira (23) pelo Banco Central, os gastos no mês passado somaram US$ 1,746 bilhão, contra US$ 1,333 bilhão verificados em igual mês do ano passado.

Na comparação entre fevereiro e janeiro de 2012, contudo, houve recuo de 12,53% nos gastos, visto que, no primeiro mês do ano, os brasileiros deixaram US$ 1,996 bilhão fora do País.

Em todo o ano de 2011, os brasileiros deixaram no exterior US$ 21,234 bilhões. No primeiro bimestre de 2012, o total acumulado nas despesas dos brasileiros em outros países é de R$ 3,742 bilhões.

Gastos dos estrangeiros

Considerando o total gasto no Brasil pelos turistas estrangeiros, houve alta de 7,87% entre fevereiro de 2011 e 2012. No segundo mês do ano passado, os estrangeiros gastaram US$ 572 milhões no País, enquanto que, em igual período deste ano, o total foi de US$ 617 milhões.

Já na comparação entre fevereiro e janeiro deste ano, quando foram gastos US$ 661 milhões, houve queda de 6,66%.

O total de despesas dos estrangeiros ao longo do ano passado foi de US$ 6,775 bilhões, enquanto que neste ano o montante já acumula cifras na casa de US$ 1,278 bilhão.

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Turistas estrangeiros devem gastar US$ 7 bilhões no Brasil em 2012, diz Embratur

Para 2012, estima-se que os gastos dos turistas estrangeiros no Brasil deve chegar aos US$ 7 bilhões, com cerca de 5,8 milhões de turistas visitando o País, segundo o diretor de Mercados Internacionais da Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo), Marcelo Pedroso.

“A entrada de divisas decorrente de viagens ao Brasil é um dos maiores indicadores de renda gerada pelo turismo internacional”, explicou Pedroso.

Nos dois primeiros meses do ano, os gastos de turistas estrangeiros no Brasil somaram US$ 1,278 bilhão, um aumento de 9% frente ao mesmo período do ano passado. Só no mês de fevereiro os gastos dos turistas estrangeiros no Brasil aumentaram 7,8% na comparação com o mesmo mês de 2011.

Gastos de brasileiros no exterior

As despesas dos turistas brasileiros no exterior registradas em fevereiro deste ano aumentaram 30,98% em relação às de fevereiro de 2011. De acordo com a Nota do Setor Externo, divulgada nesta sexta-feira (23) pelo Banco Central, os gastos no mês passado somaram US$ 1,746 bilhão, contra US$ 1,333 bilhão verificados em igual mês do ano passado.

Na comparação entre fevereiro e janeiro de 2012, contudo, houve recuo de 12,53% nos gastos, visto que, no primeiro mês do ano, os brasileiros deixaram US$ 1,996 bilhão fora do País.

Em todo o ano de 2011, os brasileiros deixaram no exterior US$ 21,234 bilhões. No primeiro bimestre de 2012, o total acumulado nas despesas dos brasileiros em outros países é de R$ 3,742 bilhões.

Fonte: Uol

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Guias para garantir a tranquilidade da viagem

Biscoitos, passagens, mamadeiras, documentos, fraldas, cartão de vacinação, brinquedos, vistos e sucos… Esses são alguns dos itens indispensáveis para que pai e mãe não sejam surpreendidos nas viagens com seus filhos. E para garantir o sucesso do programa em família, os guias de viagens são ferramentas das mais eficazes.

De vários formatos, temas e conteúdos, cada um revela descobertas, experiências e saberes de seus autores. Segmentados para crianças e adultos, ou especializados, o importante é tê-los sempre à mão.

Para Patrícia Papp, autora do guia ‘Crianças a Bordo – Como viajar com seus filhos sem enlouquecer’, esses cuidados fazem parte da viagem. Amante das estradas e dos ares, Papp viaja desde os seis anos, e já visitou lugares como Uruguai, Argentina e Alemanha. Engajou-se cedo, ao conduzir seus ‘companheirinhos de viagem’ para conhecer estados brasileiros e destinos internacionais, como Tailândia e Dubai.

Hoje como mãe, a autora diz ainda que até os imprevistos de viagem são ótimas oportunidades para ensinar, orientar e explicar costumes, idiomas, geografia e comidas típicas para a meninada: “Um mundo de descobertas se descortina diante dos pequenos. Os pais precisam estar atentos para não desperdiçá-los com mau humor e histeria”, afirma ela. Boas doses de otimismo, paciência, respeito às limitações e horários das crianças são dicas preciosas da escritora.

Formado em Hotelaria e Turismo, na Suíça, Vicente Frare escreveu o ‘Manual de Viagens – Tudo que você precisa saber antes, durante e depois de viajar’. Conhecedor de mais de 70 cidades no mundo, morou em meia dúzia delas, trabalhou como comissário de bordo e em hotéis e agências de viagem. Frare diz que o turista não deve permitir que o estresse estrague tudo: “Encare a filas, as esperas, a comida do viajar”.

O autor diz ainda que pais tranquilos transmitem sua segurança e calma aos filhos: “Pior do que crianças correndo e chorando, são pais mal educados, que gritam e batem nos filhos”. Vicente cita em seu guia, acertos e desacertos próprios. Perdeu-se, foi barrado em fronteiras, ganhou upgrades (compensações em serviços por atendimentos ineficientes), presentes, amigos e uma dor de estômago ao visitar a Índia. Aliás, dores de barriga, enjoos, enxaquecas e infecções, são temas que merecem atenção especial do viajante. Outro fator primordial é manter os cartões de vacinação da criança e do adulto em dia, assim como contratar um bom plano de saúde e manter kits-farmácias nas malas.

NOÇÕES DE SAÚDE

O Centro Brasileiro de Medicina do Viajante (CBMVEI) criou o ‘Guia de Saúde – Viagens de Navios’, que aborda temas como a importância do asseio pessoal, higiene no preparo dos alimentos, água de boa qualidade, vacinas, medicamentos e orientações na hora do embarque.

Na relação das doenças mais comuns em cruzeiros marítimos, o CBMEVI cita enfermidades como malária, febre amarela, influenza e doenças respiratórias. Para grande parte destas doenças, vacinas e simples hábitos saudáveis poderão afugentá-las, explicam as médicas Isabella Ballalai e Flávia Bravo.

Já o Ministério do Turismo preparou o manual ‘Viaje Legal’, que pode ser encontrado no site da pasta, com orientações de planejamento, como consultar regularidades das instituições turísticas, fiscalizar, reclamar em situações inusitadas como a desistência de uma viagem e dicas de saúde. O MTur desaconselha a ingestão de líquidos como sucos, gelo e água de origem duvidosa. Carnes mal passadas e de origem exóticas precisam ser evitadas.

Uma boa viagem vai depender de todo empenho, no intuito de minimizar imprevistos comuns ao ambiente do turismo. Todos os manuais são unânimes ao frisar a indispensável tarefa de anteceder-se, planejar, pesquisar, tirar dúvidas, buscar informações em site, órgãos governamentais, privados, agentes de viagens, amigos e parentes. Os próprios guias tornam-se excelentes ferramentas para aprender, compartilhar experiências e obter dicas para viagens mais eficientes.

Fonte: MTur

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Minas Gerais abre as portas para a Serra do Cipó

Localizadas no entorno da Serra do Cipó, em Minas Gerais, as cidades de Conceição do Mato Dentro e Santana do Riacho seguem a linha do principal ponto turístico da região, o Parque Nacional da Serra do Cipó, e têm no ecoturismo e no turismo de aventura suas grandes atrações.

O cartão-postal mais famoso de Conceição do Mato Dentro é a Cachoeira do Tabuleiro, eleita pelo Guia 4 Rodas como a mais bonita do Brasil. Mas as belezas do local não param por aí. O Morro da Água Quente, o Canion do Peixe Tolo, o Salão de Pedras e a Colina da Paz também não podem deixar de ser visitados. Para os dois últimos, as câmeras são equipamentos indispensáveis, pois os visuais que proporcionam são exuberantes.

Já em Santana do Riacho, os cenários cinematográficos ficam por conta do Rio Cipó, das cachoeiras Congonhas, da Farofa, da Usina e das Braúnas, e do Morro da Pedreira.

O Parque Nacional da Serra do Cipó é um paraíso das atividades de aventura. Entre as atividades estão cachoeirismo, caminhada, canoagem, escalada, rapel e tirolesa. Cachoeiras e cânions estão espalhados por todos os lados para embelezar ainda mais os momentos que pode ser curtidos com toda a família ou amigos.

Fonte: MTur

EUA anunciam projeto para facilitar passagem de turistas brasileiros pela imigração

Representantes da Missão Diplomática dos EUA no Brasil anunciaram nesta segunda-feira que estão prontos para implementar um projeto-piloto e assim agilizar a passagem de brasileiros pela imigração dos EUA. De acordo com o consulado americano, o programa conhecido como Global Entry (GEP), ou “Viajante Confiável”, permitirá que viajantes cadastrados e aprovados para integrar o programa evitem a fila de controle de passaporte em 20 aeroportos norte-americanos.

A implementação desse projeto ainda depende de aprovação do governo brasileiro e não há uma data oficial para o início do programa. O GEP é um programa do Departamento de Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA e e se encontra disponível para norte-americanos, holandeses e mexicanos.

De acordo com os representantes da diplomacia norte-americana, o processo de emissão de vistos permanece. A participação no programa só poderá ocorrer após o solicitante ter obtido o visto. Após isso, ele poderá manifestar interesse em participar do programa. Para se inscrever, o passageiro precisa se cadastrar no Sistema Global Online de Inscrição (Goes) (site https://goes-app.cbp.dhs.gov/main/goes), pagar uma taxa de US$ 100 e aguardar uma resposta.

Triagem

Segundo o consulado dos EUA, todos os candidatos passarão por uma checagem rigorosa dos dados. Uma vez que a solicitação tenha sido analisada e pré-aprovada, o passageiro recebe uma mensagem com instruções para agendar uma entrevista em um dos pontos de inscrição no programa – tanto no Brasil como nos EUA. A taxa de US$ 100 não será restituída, mesmo que a solicitação seja negada.

Passageiros aprovados para o Global Entry poderão passar por quiosques automatizados que se encontram nos aeroportos americanos antes da área de imigração para apresentarem digitais, passaporte e declaração a alfandega. O quiosque emite um recibo e o passageiro fica liberado para recolher sua bagagem.

Jaime Ramsey, do adido de alfândega e proteção de fronteiras, explicou que ao chegar no aeroporto o passageiro colocará os dedos na cabine e irá retirar um papel. “O serviço não irá garantir 100% de aprovação na entrada aos EUA. Nossos oficiais ainda se reservam no direito de solicitar uma entrevista com o viajante caso seja necessário”.

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Reciprocidade

Segundo o embaixador dos Estados Unidos, Thomas Shannon, que participou da apresentação do programa nesta segunda na zona sul de São Paulo, “existe um grande interesse dos brasileiros para visitar os Estados Unidos e do americano visitar o Brasil. Estamos tentando abrir as portas e facilitar essas visitas nas maneiras possíveis, dentro das leis do Brasil e das leis dos Estados Unidos”.

O acordo com o Brasil envolve também facilitar a entrada de americanos no País. Para isso, os EUA esperam que até as Olimpíadas os aeroportos brasileiros tenham as cabines Global Entry. De acordo com Ramsey, nos próximos dias serão enviados dois documentos para a Polícia Federal. “O memorando com o acordo bilateral deve ser assinado até maio ou junho deste ano”, explicou. A expectativa é que sistema esteja disponível para todos os brasileiros em até 1 ano e meio.

“É o começo da isenção dos vistos”, acredita Ramsey.  Para ele, o programa Global Entry é extremamente rigoroso e já colocaria em evidência os passageiros considerados de baixo risco. “A ideia é tornar esse programa único e uma parceria com o TSA [Transportation Security Administration – que fiscaliza os aeroportos norte-americanos] poderá faciltar até a passagem pelas imigranções, por exemplo”, concluiu.

Viagens de brasileiros

Dados do consulado americano revelam que no ano passado 944.868 vistos foram processados. Tal número indica um aumento de 51% em relação a 2010. A expectativa é que, com a ampliação da equipe e das instalações diplomáticas, 1,8 milhão de solicitações de vistos sejam processados por ano até 2013. Até fevereiro deste ano, 181.318 viajantes receberam vistos norte-americanos. A taxa de aprovação aos brasileiros é de 90%, porém ainda não previsão se o Brasil entrará no Programa de Isenção de Vistos.

Fonte: IG

Estrada Real: um pesseio pela história do Brasil

Caminho por onde passa a história de Minas Gerais, a Estrada Real remonta ao século 17, associada à exploração do ouro e do diamante no Brasil colonial. Dela fazem parte as vias de acesso, as trilhas calçadas pelos escravos, os pontos de parada, as cidades e vilas históricas, que serviram de cenário à Inconfidência Mineira, principal movimento de contestação à Coroa portuguesa naquela época, liderado pelo alferes Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes.

Inicialmente, a Estrada Real ligava a antiga Vila Rica, hoje Ouro Preto, ao porto de Paraty, no Rio de Janeiro, o chamado Caminho Velho. A vontade da Coroa portuguesa de escoar mais rapidamente os produtos da mineração em direção aos portos do Rio, e, destes, à Europa, levou à abertura de um Caminho Novo, que ligou o Rio de Janeiro à antiga capital de Minas, Ouro Preto. Com a descoberta das pedras preciosas na região do Serro, a estrada foi estendida até o Arraial do Tejuco (atual Diamantina).

O Caminho Velho foi utilizado a partir de 1694, ligando São Paulo a Minas, numa viagem que demorava 90 dias. Cruzava as atuais regiões de Taubaté, Guaratinguetá, Serra da Mantiqueira, Passa-Quatro, Itanhandu, Pouso Alto, Baependi, Conceição do Rio Verde, Ibituruna, Rio das Mortes, São João del Rei, Mariana e Ouro Preto.

Em 1701, foi aberto o Caminho Novo, cujo trajeto começava na baía de Guanabara e passava pelas localidades de Inhaúma, Iguaçu, Rio Paraíba, Rio Paraibuna, Simão Pereira, Matias Barbosa, Juiz de Fora, Santos Dumont, Barbacena, Conselheiro Lafaiete, Ouro Branco e Ouro Preto. Até 1808, este percurso era interditado a estrangeiros. Em 1729, a descoberta de diamantes no Serro estendeu a Estrada Real até Diamantina.

Fatos históricos ficaram marcados no trajeto. Durante o movimento dos Inconfidentes, por exemplo, as estalagens e os pousos foram utilizados por Tiradentes para pregar a liberdade e a independência do Brasil. D. Pedro 1º também aproveitou para visitar Minas Gerais por este caminho em duas ocasiões: 1822 e 1831.

Estrada Real

Três séculos depois, o mesmo caminho por onde foram transportados ouro, diamantes e pedras preciosas de Minas Gerais para o resto do mundo está sendo redescoberto e revitalizado. São 1.410 quilômetros que cortam Minas Gerais, Rio de Janeiro e parte de São Paulo, passando por 177 cidades que possuem um rico acervo histórico, cultural, artístico, gastronômico, rural, religioso. As belezas naturais da região, como serras, cachoeiras, rios e florestas, também integram o patrimônio da Estrada Real.

Hoje, a Estrada Real possui em seu trajeto Patrimônios da Humanidade, como as cidades de Ouro Preto e Diamantina e o Santuário do Bom Jesus de Matosinhos, em Congonhas, e uma cidade em processo de obtenção deste título (Parati). Além disso, estão presentes vários patrimônios naturais e histórico-culturais em nível nacional, estadual e municipal.

Essa revitalização é resultado de uma parceria do governo estadual com entidades como a Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg) e o Instituto Estrada Real. O projeto Estrada Real é a principal iniciativa do governo de Minas Gerais na área de turismo e o mais importante programa turístico em implantação no País. Seu objetivo é promover o desenvolvimento dos 162 municípios mineiros situados na área de influência da Estrada Real, por meio do incentivo ao turismo cultural, religioso, histórico e rural, ecoturismo e turismo de aventura.

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Buenos Aires bem exclusiva

Foto: Divulgação

O hall de entrada do hotel: elegância discreta

Ele está situado no charmoso bairro da Recoleta, com seu estilo arquitetônico francês, áreas verdes, grandes avenidas, bares e restaurantes de bom gosto. O hotel Hub Porteño abre as portas no final de abril para ser um oásis na agitada Buenos Aires, com um serviço igual ao dos melhores hotéis mas imprimindo uma atmosfera menos formal, mais acolhedora.

E a outra diferença do Hub é que ele oferecerá um serviço de concierge à la carte, com propostas de cursos de arte, passeios e gastronomia, entre outros. Para isso, foram escolhidos profissionais do mais alto nível para cuidar da toda a programação dos hóspedes na cidade, de acordo com suas preferências. Cultura (literatura, arquitetura, história da cidade); arte (museus, galerias, workhops com artistas); entretenimento (restaurantes, bares e cafés, shopping, shows, jogos de futebol) estarão no menu proposto pelo hotel, assim como indicações para quem quer ver e dançar tango, jogar polo, tênis, golfe ou visitar estâncias no interior para vivenciar os pampas.

Foto: Divulgação

O restaurante Tarquino, dedicado à nova cozinha argentina

O hotel propõe uma experiência integral, com muitas das atividades explicadas ou guiadas por professores universitários. Elas podem, por exemplo, incluir a trajetória do escritor Jorge Luis Borges, com toda a aura dos cafés portenhos frequentados por ele ou, para os curiosos de um período ao mesmo tempo crítico e encantador para os argentinos, a vida de Juan e Evita Perón. E um acordo com o grupo Liberalarts, formado por especialistas em arte moderna, permitirá uma espécie de imersão na arte moderna local.

O hotel terá 8 suítes de 55 m², duas suítes com 75 m² e a principal, com 100 m² e terraço. Uma parte do hotel já pode ser desfrutada com o belíssimo restaurante Tarquino, sob a chefia de Dante Liporace, que já está aberto ao público praticando o que o jornal La Nacion chamou de nueva cocina argentina, com técnicas de vanguarda sem cair nos artifícios moleculares. O bar tem uma carta de vinhos dedicada a 120 grandes rótulos argentinos e internacionais.

Foto: Divulgação

O bar aconchegante, com ótima carta de vinhos

Outra inovação do hotel: as diárias (abaixo) incluem um veículo Volkswagen Vento com motorista, refeições nos mais conceituados restaurantes de Buenos Aires (bebidas à parte), as atividades da agenda do dia e seus custos.

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10 passeios bate e volta saindo de São Paulo

1. Embu das Artes

Celeiro de pintores, escultores, músicos e poetas, a estância turística abriga uma famosa feira de arte e artesanato que reúne mais de 450 expositores, com produtos de couro e tecido, pinturas e esculturas. A seção do verde, com hortifrutigranjeiros, flores e plantas ornamentais, complementa a diversidade. Vale esticar o passeio pelas loja

s de móveis rústicos, antiquários, galerias de arte e ateliês no centro histórico depois de provar os comes e bebes das barracas da feira.

Como chegar:

De carro – Pela Rodovia Régis Bittencourt (BR-116), com acesso a partir da Marginal Pinheiros, pela Raposo Tavares/Rodoanel ou pela Avenida Francisco Morato.


2. Águas de São Pedro

Distância: 180 quilômetros de São Paulo

Destino para quem busca tranquilidade. Entre as atrações estão estâncias e águas famosas por suas propriedades terapêuticas – as fontes Gioconda, Juventude e Almeida Salles são as que mais atraem visitantes. Para respirar o ar puro de uma cidade típica do interior, uma dica é o Parque das Águas, com 64 mil metros quadrados de jardi

ns, gramados, pistas de corrida, skate e ciclovia. Com crianças a tiracolo, não deixe de visitar o Thermas Water Park, cujos toboáguas fazem a diversão dos pequenos.

Como chegar:
De carro – Partindo de São Paulo, acesse a Rodovia Anhanguera (SP-330) no sentido de Americana e siga depois pela Luiz de Queiroz. O trajet

o também pode ser feito pela Bandeirantes (SP-348) ou pela Washington Luís (SP-310).


3. Boituva


Conhecida como a capital do paraquedismo, possui um centro para a prática do esporte com infraestrutura completa, de instrutores habilitados a aviões. Há dezesseis escolas que oferecem o passeio, como a Paraquedismo Boituva – tel. (15) 3263-1645 –, que já levou os atores Daniele Suzuki e Jonatas Faro e a apresentadora Anna Hickmann para saltar. Passeios de balão são outra atração da cidade. A aventura proporciona uma vista incrível das paisagens da região e dura cerc

a de 40 minutos. É necessário agendar com empresas como a Passeio de Balão pelo telefone – tel. (11) 2059-0761.

Como chegar:
De carro – O acesso se dá pelo km 116 da Rodovia Castelo Branco (SP-280) no trevo Boituva-Iperó.

4. Campos do Jordão

Distância: 167 quilômetros de São Paulo

A cidade associada ao luxo, chamada de Suíça

brasileira, atrai casais endinheirados principalmente na estação mais fria do ano com a programação extensa de música clássica do Festival Internacional de Inverno. Outros atrativos são os aconchegantes chalés e restaurantes que servem de fondues a pratos com trutas, peixe mais famoso da serra. Tirolesa, patinação no gelo e passeio a cavalo são algumas das atividades disponíveis na temporada.

Como chegar:
De carro – Saindo de São Paulo pela Marginal do Tietê, tomar a Ayrton Senna (SP-70) até o final, que desemboca na Rodovia Floriano Rodrigues Pinheiro, a qual dá acesso a Campos do Jordão.

5. Guarujá

Com bons restaurantes, bares, hotéis e shopping centers, a cidade litorânea com boa infraestrutura vive lotada no verão. Para badalação, as praias Pitangueiras, Astúrias, Enseada e Pernambuco são as indicadas. Mas se a ideia é fugir das multidões, percorra praias como Camburi, Branca e Iporanga, cujo acesso é controlado

por condomínio no km 17,5 da estrada para Bertioga. Esportistas também têm vez e podem praticar escalada, surfe e caminhadas em diversas trilhas.

Como chegar:
De carro – Saindo de São Paulo, entre no sistema Anchieta-Imigrantes, desça a serra e pegue a saída para a Rodovia Piaçaguera-Guarujá (Rodovi

a Cônego Domênico Rangoni), a partir de um entroncamento da via Anchieta no município de Cubatão.

6. Juquitiba

Distância de São Paulo: 75 quilômetros de São Paulo

Referência em esportes de aventura no estado de São Paulo, o destino atrai interessados em praticar tirolesa, arvorismo, canoagem e rapel, a

tividades que custam de R$ 20 a R$ 150 por pessoa, realizadas em áreas preservadas da Mata Atlântica. O destaque é o rafting no Rio Juquiá, que faz da cidade a sede de campeonatos importantes, com suas corredeiras, ondas e quedas. Antes de sair de casa, reserve o passeio com agências como a Canoar Rafting e Expedições – tel. (11) 2856-5777. Não se esqueça de levar uma muda de roupa para troca.

Como chegar:
De carro – Saindo de São Paulo, ir até o município de Taboão da Serra e pegar a Rodovia Régis Bittencourt (BR-116), passando por Embu, Itapecerica da Serra e São Lourenço da Serra.

7. Paranapiacaba

O patrimônio arquitetônico da vila ferroviária construída no século 19 para abrigar os trabalhadores da companhia inglesa São Paulo Railway é tombado por órgãos nacionais e estaduais de preservação do patrimônio histórico e artístico. Localizada no alto da Serra do Mar, com bela vista da Mata Atlântica, reúne atrações turístic

as como o Museu Castelinho, que conta a história do local, gerenciado pela Prefeitura de Santo André; Clube União Lyra Serrano, sede das principais atividades culturais; Museu Funicular do Trem, que preserva antigas locomotivas; e uma réplica do relógio londrino Big Ben. Promove um Festival de Inverno, com shows musicais e gastronomia, que costuma ocorrer anualmente no mês de julho.

Como chegar:
De carro – Pegue a Rodovia Anchieta até o km 29 e siga a placa para Ribeirão Pires. Entre na Estrada Velha de Santos (SP-148) até o km 33. Acesse a Rodovia Índio Tibiriçá (SP- 31) até o km 45,5. Siga pela SP-122 que chega a Paranapiacaba.

De trem – Embarque na Estação da Luz com destino a Ri

o Grande da Serra. De lá, pegue o ônibus integração, que parte a cada meia hora nos fins de semana.


8. São Roque

Distância: 60 quilômetros de São Paulo

Nos 10 quilômetros de extensão da batizada Estrada do Vinho, há muitas vinícolas com boa infraestrutura para receber turistas, com restaurantes e v

isitas ao setor de produção da bebida. Vale conhecer também a Capela de Santo Antônio e a Casa Grande do Capitão Fernão Paes de Barros, construções da época dos bandeirantes, feitas de taipa de pilão. Esqui e snowboard podem ser praticados no Ski Mountain Park, em um morro no alto da cidade.

Como chegar:

De carro – Seguir pela Rodovia Castelo Branco (SP-280) em direção a Sorocaba. Na saída 54-B, entre para São Roque na SP-53/280. É só percorrer cerca de 10 quilômetros até a entrada da cidade. O acesso também pode ser feito pela Raposo Tavares (SP-270).


9. Santos

Em uma das cidades mais antigas do país, perambul e pelas ruas do centro histórico a pé ou de bonde, cujo passeio de 15 minutos leva o visitante para as principais atrações. Conheça ainda o Aquário Municipal, o Museu do Porto, que registra sua história por meio de imagens, e a Bolsa Oficial de Café, que reúne em um imponente prédio, com painéis e vitrais de Benedito Calixto, cafeteria e museu. Se sentir falta da brisa do mar, programe uma caminhada pela orla.

Como chegar:

De carro – A partir de São Paulo, são duas opções para descer a serra de carro: a Rodovia Anchieta (SP-150) e a Imigrantes (SP-160).

10. Vinhedo

Distância: 81 quilômetros de São Paulo

O km 72 da Rodovia dos Bandeirantes tem dois importantes pontos para quem viaja com criança: o Hopi Hari, principal parque de diversões do país, com mais de cinquenta brinquedos, e o aquático Wet`n Wild, equipado com piscinas e toboáguas voltadas para adultos e pequenos. Aproveite a ida à cidade para fazer compras no Outlet Premium São Paulo, um shopping a céu aberto que abriga oitenta lojas de grifes nacionais e internacionais em terreno de 100 mil metros quadrados. A festa da uva, em fevereiro, também costum

a atrair visitantes para a região.

Como chegar:
De carro – De São Paulo, acesse a Rodovia Anhanguera (SP-330) ou a Bandeirantes (SP- 348). Se optar pela última, mude para a Anhanguera no entroncamento das duas rodovias, sentido Jundiaí, Vinhedo ou Itatiba.

Fonte: IG

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36 horas em São Paulo

Cidade de arranha-céus e congestionamentos em um país dominado por praias e florestas tropicais, São Paulo, a maior metrópole da América do Sul, é uma anomalia da natureza – só que sem a natureza.

Seus defeitos, porém – preços altos, violência urbana e garoa – não se equiparam às suas virtudes – muita energia artística e empresarial e vida noturna agitada. Muitas vezes, a cidade consegue transformar seus defeitos em ativos financeiros. Um exemplo é a transformação do concreto em obras de arte pós-brutalistas, como o elegante projeto de Isay Weinfeld para a Livraria da Vila da Alameda Lorena. Os mais de 11 milhões de habitantes de São Paulo fazem sua parte ao deixar toda essa confusão se contagiar pelo alto-astral brasileiro.

SEXTA-FEIRA

15h – Glória encardida

A elite paulistana pode até comprar seus apartamentos bem longe do coração da cidade, mas o centro histórico de São Paulo ainda mantém o burburinho com seus funcionários públicos e empregados de escritórios. É verdade que uma boa limpeza seria de grande utilidade para parte da região central, mas a glória de seu passado se mantém praticamente intacta. E isso pode ser visto no museu de arte mais bonito da cidade, a Pinacoteca (Praca da Luz, 2; 11-3324-1000), que ocupa o prédio de uma antiga escola e possui, em anexo, um imperdível jardim de esculturas. Dali, pegue o metrô para a estação São Bento e se deixe perder pelas movimentadas lojas da rua 25 de Março e pelos calçadões de pedestres próximos ao Centro Cultural Banco do Brasil (Rua Alvares Penteado, 112; 11-3113-3600), magnífico edifício que serviu de sede ao banco e foi transformado em espaço de exposições.

18h – Coquetéis ou cafeína?

Quando cessar o vai-e-vem dos negócios, tome a direção do grandioso Teatro Municipal (Rua Líbero Badaró, 377), passando por uma das obras clássicas do o Edifício Copan: uma maravilha ondulante de 38 andares (Avenida Ipiranga, 200) com uma comunidade de moradores bastante diversificada. No shopping center no térreo do edifício, escolha entre um cremoso café expresso no tradicional Café Floresta, para ser consumido no balcão, ou uma criativa caipirinha no super movimentado Bar da Dona Onça (11-3257-2016).

20h – Selva vertical

Chega de fuligem. Encontre o ponto de táxi mais próximo e fuja para a badalada Vila Olímpia para um jantar no Kaá (Avenida Juscelino Kubitschek, 279; 11-3045-0043). Com um discreto letreiro na entrada, o local passa quase despercebido. A grande atração deste restaurante projetado por Arthur de Matos Casas é o jardim vertical, um paredão de 1300 metros quadrados inteiramente recoberto por espécies de plantas da Mata Atlântica. O cardápio contemporâneo – tortellini de brie com geleia de figo em manteiga de sálvia, lula recheada de lagostim e risoto negro – vale o preço estratosférico (jantar para dois, com bebida e sobremesa, pode chegar a 300 reais).

23h – Festa em casa

Os sofisticados clubes noturnos da Vila Olímpia vêm e vão, mas os playboys e belas mulheres não saem de cena. Siga para o Casa 92 (Rua Cristovão Gonçalves, 92, Largo da Batata; 55-11-3032-0371), nova balada que ocupa uma casa onde, certamente, morou a vovozinha de alguém. Caminhando de um cômodo para outro, ou pela agradável área ao ar livre, pode ser que você entre de penetra em uma festa de aniversário, comece uma animada conversa movida a caipirinhas ou ainda se jogue na pista de dança – onde casais recém-formados se agarram.

SÁBADO

Terminar uma noite longa ou começar um longo dia em uma padoca da cidade é tradição paulistana. Pode ser na Bella Paulista (Rua Haddock Lobo, 354; 11-3214-3347), uma padaria turbinada onde os notívagos se refestelam com os salgados (excelentes), sanduíches tamanho família (bons), saladas (decentes) e pizzas (nem tanto). Pães, salgados, frutas, ovos e frios são servidos no bufê de café da manhã, por R$26,90, a partir das 7 da manhã. Para uma opção mais barata, informe-se em seu hotel sobre a padoca do bairro. Dica: peça um suco de laranja natural e um crocante pão na chapa.

11h – Corrida das artes

Planeje um passeio pela animada cena artística da cidade visitando as galerias com a ajuda do Mapa das Artes. Você pode começar pela vibrante Choque Cultural (Rua João Moura, 997; 11-3061-4051), uma casa que sempre abriga uma mostra provocativa e surpreendente. Em seguida, vá caminhando até a recém-aberta Zipper Galeria (Rua Estados Unidos, 1494; 55-11-4306-4306), que reúne trabalhos de 23 artistas brasileiros. A Nara Roesler (Avenida Europa, 655; 55-11-3063-2344) é uma opção mais classuda. Depois disso, pegue um táxi e atravesse o Rio Pinheiros para conhecer a Galeria Leme (Rua Agostinho Cantu, 88; 55-11-3814-8184). Ela ocupa uma estrutura contemporânea projetada pelo arquiteto Paulo Mendes da Rocha. Observação: As prostitutas na esquina vizinha não fazem parte de uma instalação de arte performática.

14h – A Bia nos espera

Sábado é dia de feijoada. A Feijoada da Bia (Rua Lopes Chaves, 105; 11-3663-0433) fica escondida em um ambiente acolhedor do bairro da Barra Funda (mas a poucos passos da estação de metrô Marechal Deodoro).

O bufê sai por R$62, o que não é nenhuma pechincha, mas inclui um descontraído grupo de chorinho e talvez até uns tragos de graça. Ultimamente, a proprietária Bia Braga oferece aos clientes doses da nova cachaça da casa, produzida em um pequeno alambique de Minas Gerais.


20h – Cena teatral

Assistir a uma peça de teatro pode ser uma boa pedida. A dica é mergulhar na cena teatral alternativa dos arredores da Praça Roosevelt. Misture-se à turma do pré e pós-teatro nos bares da região, como o Rose Velt (Praca Franklin Roosevelt, 124; 11-3129-5498), local aconchegante com decoração extravagante – como o revestimento de parede que imita o ladrilho português de algumas calçadas da cidade. O bar dispõe de cerveja Colorado (fabricada no interior do estado).

DOMINGO


10h – Dia de feira

O final de semana atrai os colecionadores e garimpeiros de bugigangas para as feirinhas de antiguidades de São Paulo. Uma das melhores começa às 8 da manhã na Praça Dom Orione, no bairro italiano do Bixiga. A feira é uma mistura de gays, heteros, jovens, velhos, famílias e casais – todos em busca daquela máquina fotográfica antiga, bengala do vovô ou pôster de época. Vários vasculham pilhas de LPs de bossa nova e roupas de brechó. A praça conta também com diversas lojas de antiguidades para satisfazer seus

incansáveis compradores.

12h30 – Culinária apurada

Visto de longe, o alto edifício com listras vermelhas conhecido como Instituto Tomie Ohtake (Avenida Faria Lima, 201; 11-2245-1900) mais parece um tributo contemporâneo às bengalinhas doces americanas. Mas, ao ingressar n o prédio pelo piso térreo, somos magnetizados por suas curvas e cores excêntricas. E as criativas obras expostas, como as telas da própria Tomie Ohtake, pintora nonagenária japonesa radicada no Brasil, valem muito a visita. Agora, com dez anos de existência, o instituto cultural acaba de dar uma nova guinada nos negócios: a abertura do restaurante Santinho, da festejada chef Morena Leite. A proprietária do Capim Santo, parada obrigatória na cidade para quem quer provar a culinária brasileira mais refinada, preparou um bufê de almoço com saladas e pratos frios super frescos (de quinua, banana da terra e passas até tartar de atum com pérolas de tapioca) e deliciosos pratos quentes (pato selvagem ao molho de amora silvestre e carne seca com abóbora). Entre as sobremesas, tapioca recheada com o irresistível docinho de leite condensado com coco. O preço é um pouco salgado (R$58,50), mas a arte sai de graça.

QUANDO FOR

Mantenha distância dos hotéis de negócios dos bairros da Zona Sul, como a Vila Olímpia ou o Brooklin – eles ficam longe demais da diversão. Para os mais abonados, o hotel-butique Emiliano (Rua Oscar Freire, 384; 11-3069-4369) é de primeira categoria e fica na luxuosa Oscar Freire, onde se encontram alguns dos melhores restaurantes e lojas da cidade. Diárias a partir de US$570, com a conveniência do heliporto.

Uma opção menos convencional para quem quer ficar próximo ao centro (mas, em um bairro seguro) é o Hotel Pergamon (Rua Frei Caneca, 80; 55-11

-3123-2021), localizado na região da Augusta. O antigo hotel-butique foi transformado em um ponto de conferências de negócios de pequeno porte. Entretanto, seu DNA se mantém inalterado: O lobby é decorado com artesanato brasileiro, principalmente de artistas nordestinos; os quartos têm toques de estilo, muitos deles com vista para o skyline da metrópole; e o restaurante serve culinária tradicional. Quartos duplos a partir de R$260.

Fonte: IG

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Demanda de passageiros deve crescer 4,2% em 2012, segundo dados da Iata

A demanda de passageiros nas companhias aéreas do mundo todo deve crescer 4,2% em 2012, na comparação com o ano passado, segundo revelam dados da Iata (International Air Transporting Association), divulgados nesta terça-feira (19).

De acordo com o levantamento, o número é 0,2 ponto percentual maior do que o registrado em dezembro do ano passado. Considerando o transporte de carga, a expectativa é de crescimento de 3,2%.

Outros dados

Em janeiro, a capacidade de assentos efetivamente utilizados ficou em 76,6%, percentual dois pontos maior do que o atingido no período pré crise. O relatório diz ainda que o número de horas voadas também está quase atingindo o pico do período pré recessão.

Ainda conforme os dados da Iata, no primeiro mês do ano, as viagens em classe executiva cresceram 2,9%, enquanto que as viagens em classe econômica tiveram alta de 6,1%.

O transporte de carga, por outro lado, ainda está longe de atingir os patamares pré-crise, visto que atingiu em 40% da capacidade em janeiro. O número de horas voadas também foi menor do que o pico, cerca de 11%.

Fonte: Uol