Contos de fada viram realidade para quem visita a mágica Orlando

Quando Orlando virou oficialmente um município, em 1875, apenas 85 pessoas moravam no local. Comparar esse número aos mais de 40 milhões de turistas do mundo todo que visitam a cidade por ano mostra que Walt Disney escolheu bem a localização do terreno comprado para transformar em sede de seu complexo de entretenimento, noventa anos depois.

A construção da Disney World, além da do Kennedy Space Center, transformou a região, trazendo mais investimentos e habitantes para a cidade, que passou por uma fase de crescimento gigantesco. Hoje, a área que já foi esnobada pela grande quantidade de charcos que possuía, é certamente um dos locais mais conhecidos do planeta, sempre associado a ideia de diversão ininterrupta gerada pelos parques temáticos construídos ali.
Se o Disney World Resort tem os parques mais famosos da região, Mickey Mouse não se incomoda em dividir espaço com as atrações radicais do Universal Studios ou a rica fauna aquática de Sea World.

Mas Orlando tem bem mais a oferecer ao visitante. Museus, passeios de balão, esportes e boa cozinha mostram que a cidade é o destino perfeito para famílias, com ou sem crianças.


A cidade também conta com dois outlets com várias marcas conhecidas, que valem o passeio até de quem acha que não gosta de fazer compras. Os preços podem ser irresistíveis em alguns casos e não levar nada é certeza de arrependimento chegando ao Brasil.

Como cada parque temático pede uma visita de, no mínimo, um dia e algumas atrações imperdíveis, como o Kennedy Space Center, pede uma viagem de carro, o ideal é programar ao menos uma semana inteira para ver um pouco de tudo. O cansaço (pela caminhada diária extenuante e o calor que é frequente na região) que certamente vai tomar os turistas pode ser facilmente driblado com visitas aos parques aquáticos entre os dias de passeios. Além das atrações, os locais são excelentes para dar uma folga a pernas e pés antes de mais um dia de caminhadas e emoções em montanhas-russas e simuladores. Ou mesmo da espera na fila para tirar uma foto abraçando o Pato Donald.

Alugar um carro é uma das melhores ideias para quem vai à cidade. As atrações são distantes uma das outras e apesar de seguro, o local não é exatamente convidativo de ser explorado a pé.

Não se engane: ir para a Orlando pode ser um sonho tipicamente infantil, mas chegando lá é impossível não se emocionar com as atrações temáticas, e programar uma segunda viagem assim que possível (ou terceira, ou quarta…).


PORTAL REGIONAL


Departamento de Turismo de Orlando
www.orlandoinfo.com/portugues


INFORMAÇÕES E SERVIÇOS


Site do país – www.usa.gov

Site da Secretaria de Turismo dos EUA – www.discoveramerica.com

Site da cidade de Orlando – www.cityoforlando.net

Secretaria de Turismo de Orlando – 6700 Forum Drive, Ste 100, tel.             (800) 972-3304      .www.orlandoinfo.com

Consulado do Brasil – 80 SW 8th Street, 26º andar, Miami, tel: (305) 285-6200.

Fuso horário – No verão brasileiro a diferença é de menos três horas em relação a Brasília. Durante o inverno brasileiro, uma hora a menos.

Código do país – 1

Código de Orlando – 407

Moeda – A moeda local é o dólar norte-americano.

Cotação – Para saber a cotação do dólar norte-americano, acesse economia.uol.com.br/cotacoes/.

Idioma – Inglês. Mas na região também é possível se comunicar em espanhol e, eventualmente, até em português.

Internet e telefone – O acesso à Internet pode ser obtido em quase todos os hotéis, bares e cafés. Muitos oferecem acesso gratuito e conexão rápida e sem fio. Normalmente, há avisos de Wireless Hotspot ou Free Internet.

Gorjeta – É normal deixar 15% do valor da conta de gorjeta, em restaurantes. Carregadores esperam um dólar por mala carregada.

Segurança – Segura e tranquila, Orlando é bastante convidativa ao turista. De qualquer forma evite circular sozinho por lugares isolados e deixar a mostra carteiras, celular e máquina fotográfica durante compras ou na International Drive.

Voltagem e tomadas – A voltagem mais comum é de 110 volts, mas há hotéis que usam também a de 220 volts. As tomadas têm três pinos, no padrão americano.

Eternamente encantada Veneza

Uma das impressões mais comuns que se tem ao chegar a Veneza é que se está em uma cidade de outro mundo, criada por uma civilização de outra galáxia. Veneza fica na Itália, mas às vezes você se esquece que está no país, pois a cidade não se parece com o resto da Bota. Aliás, ela não se parece com nada no planeta.
Uma cidade flutuante, erguida no meio de um lago, com ruas aquáticas onde veículos (o que inclui ambulâncias, carros funerários, ônibus etc.) são barcos, tudo circundado por vielas, becos, pontezinhas e praças com todos aqueles dourados e surpreendentes detalhes escondidos em sua arquitetura bizantina. Tudo fruto da miscelânea de povos que passaram pela cidade, que foi importante ponte entre Ocidente e Oriente.

Veneza é muito mais que cafés caros, gôndolas de um gosto romântico discutível e cheiro ruim no verão (problema, aliás, cada vez mais raro graças ao trabalho de saneamento dos canais). Veneza é uma amostra de onde a criatividade do homem pode chegar. E ela inspira criatividade. Perca-se nela e fotografe, sonhe, namore. Encante-se.

INFORMAÇÕES E SERVIÇOS

Agência Nacional de Turismo da Itália (Enit) – www.enit.it

Site de turismo da cidade – www.turismovenezia.it

Idioma – italiano (oficial), embora haja habitantes que falem o veneziano, variante do dialeto vêneto.

Fuso horário – 4 horas a mais em relação ao horário oficial de Brasília

DDI da Itália – 39

Código de Veneza – 041

Moeda – Euro.

Valor de troca – Para saber a cotação da moeda local, acesse economia.uol.com.br/cotacoes/

Informações turísticas – Em toda a Itália existem centros de informação turística (APT). Em Veneza, são 13 (clique aqui e veja quais são). Os horários variam muito, alguns abrem às 8h, outros não funcionam em dezembro, por exemplo. Mas é muito difícil não encontrar um por perto em uma cidade pequena como Veneza (271 mil habitantes).

Festival de Cultura e Gastronomia de Tiradentes

O tema central do festival que acontece esse ano na cidade de Tiradentes, em Minas Gerais, é a nova geração de chefs que só agora estão ganhando seu espaço na culinária nacional. O evento acontece entre os dias 19 e 28 de agosto, unindo gastronomia e cultura através de atividades gratuitas como workshops, degustações, exposições, teatro e shows. 


O FESTIVAL


O evento une cantores e artistas que remetem ao cenário da MPB e da música brasileira, envolvendo-os na proposta gastronômica e movimentando o turismo e a economia da cidade. O festival rola desde 1998, e desde a primeira edição já teve convidados de peso no mundo da gastronomia nacional e internacional, como mestres cuca da Espanha, Itália, China e Japão. 

 
Esse ano a organização do evento construiu os espaços que serão utilizados com material reciclado e todos os banheiros químicos serão substituídos por contêineres ligados diretamente a rede de esgoto. Além daspreocupações ambientais, a organização do festival doará todo o dinheiro arrecadado nos jantares, para a contratação do Plano Viário da cidade de Tiradentes, que tem o intuito de traçar um planejamento nas vias públicas da cidade, ordenando o transito e o fluxo de veículos leves e pesados. O Governo Estadual de Minas Gerais também vai investir R$10 milhões na cidade para aprimorar e concluir o sistema de saneamento básico. 
 
Como o tema da 14ª edição é Nova Geração, foi elaborado um concurso para eleger entre 10 chefs de vários cantos do Brasil, três representantes nacionais para cozinhar nos festins do evento. Os três chefs ainda não foram escolhidos e a final do concurso está marcada para o dia 27 de agosto, por decisão popular através de votos no site da Globo.
 
Tiradentes sempre foi um dos destinos mais procurados em Minas Gerais, sua herança histórica e cultural é muito grande  e cada rua carrega um detalhe do povo brasileiro. Para conhecer mais sobre essa e outras cidades históricas de Minas Gerais. Lá você encontra dicas turísticas, gastronômicas e opções de hospedagem em Tiradentes.
 

OS CHEFS

A presença de nomes internacionais já está garantida. Os chefs italianos Enrico e Roberto Cerea são irmãos e comandam a cozinha do restaurante Da Vittorio, na cidade de Brusaporto, a 60 quilômetros de Milão. O chef espanhol Paco Roncero também garantiu a presença nos festins, ele é chef representante da cozinha de vanguarda madrilena, e diretor do restaurante Terraza Del Casino e do gastrobar Estado Puro, ambos em Madrid.
 
Entre os grandes nomes brasileiros está o proprietário do restaurante D.O.M e escritor de três livros sobre culinária brasileira, Alex Alata. Seu restaurante foi eleito como o 7º melhor do mundo pela revista inglesa Restaurant, e o melhor da América do Sul segundo a lista San Pellegrino World’s 50 best Restaurants de 2011. 
 
O igualmente reconhecido Rodrigo Oliveira também garantiu o dom de suas mãos no festival. Eleito chef-revelação em 2008 pela revista Prazeres da Mesa, ele é chef do restaurante Mocotó em São Paulo, considerado uma das melhores cozinhas nordestinas na capital, e ja eleito duas vezes com o prêmio de melhor restaurante Bom & Barato pela revista Veja São Paulo. 
 
Por último, mas não menos importante, o chef José Barattino comanda o restaurante do Hotel Emiliano, em São Paulo. Ele foi eleito como chef-revelação pelo Guia Quatro Rodas 2008. Seu restaurante também ganhou estrelas e reconhecimento pela revista Gula e eleito por dois anos consecutivos como o melhor restaurante em um hotel do Brasil. 
 
ATRAÇÕES GASTRONÔMICAS 

Antes de detalhar a programação cultural, há uma generosa lista de atividades gastronômicas para o público que cozinha e para aqueles que não lidam muito bem com facas e formas.
 
Cozinha do Futuro é constituída de workshops especialmente para crianças e adolescentes, com o objetivo de aguçar a curiosidade dos pequenos cozinheiros e, quem sabe, gerar novos talentos culinários, no futuro. Já aCozinha Social é uma iniciativa muito bacana da OSCIP DOM, instituição responsável pela profissionalização de mais de 800 pessoas como garçons e cozinheiros. A ONG realiza cursos de culinária para alunos da rede pública na faixa dos 15 anos, e os dois melhores estudantes irão ter a chance de participar de uma aula especial com algum dos chefs convidados. 
 
O Fórum Gastronômico consiste em formar um debate entre críticos e especialistas da área da culinária. A atividade funcionará como uma mesa redonda, abordando temas ligados a situação gastronômica do Brasil. Um dos convidados é o jornalista e crítico italiano Paolo Marchi, do jornal II Giornale. 
 
Por último, o Tour Gastronômico envolve os restaurantes da cidade. Cerca de 25 dos restaurantes de Tiradentes preparam pratos especiais que serão servidos somente enquanto o festival estiver rolando. Entre os restaurantes da cidade, o Tragaluz e o Theatro da Villa se destacam, o atendimento é exclusivo e o ambiente de ambos é tipicamente mineiro e aconchegante, os dois foram construídos em casarões antigos e herdaram as características clássicas dessas casas coloniais.
 
ATRAÇÕES CULTURAIS

E na agitação cultural que vai rolar por lá durante os 10 dias de evento, cantores reconhecidos pelo Brasil inteiro vão dar uma palinha na cidade. O sobrinho do cantor Tim Maia, Ed Motta e a paulista Céu, conhecida pela trilha sonora da novela Beleza Pura, já confirmaram presença. 
 
As apresentações musicais vão acontecer no complexo chamado Largo do Chef, sediado entre o bar Botequim e os espaços Feira de Lua, Loja do Chef, Escola e Arte na Ruas. A sexta instrumental vai rolar nas duas sextas-feiras do festival, e contará com a presença de músicos conceituados, principalmente no cenário do Jazz, comoMárcio Bahia, que já tocou nos maiores festivais de Jazz da Europa, Eua, Japão e América do sul. O Botequim vai ser ponto de encontro oficial do festival, com degustação de aperitivos premiados, cervejas de renome e destilados especiais. A Feira da Rua também vai oferecer degustações, a Loja do Chef vai ser um espaço para compra de livros e artigos da cidade. A Escola de Arte nas Ruas vai ser a peça chave da parte cultural do festival, seus espetáculos poderão acontecer em qualquer canto da cidade, em uma esquina, praça, e até mesmo no meio da rua.
 
As atrações principais serão peças de teatro, shows de cantores nacionais, artes plásticas e as mais variadas performances culturais. As apresentações de teatro vão rolar todos os dias em vários lugares da cidade. O Grupo Manicômicos de São João del Rei vai interpretar suas peças cômicas e outros números durante todos os dias do festival, a primeira apresentação acontece na sexta feira, dia 19 de agosto às 18h no Largo das Forras. O grupo oficina de teatro Entre & Vista também vai se apresentar todos os dias, os atores tem uma proposta bem legal e diferente e incluem o público em suas apresentações. O primeiro show deles também vai ser no dia 19 de agosto, logo depois da apresentação do Manicômios de São João Del Rei, às 20h no Largo das Forras.
 
Confira vídeos, fotos, artigos sobre as edições passadas e mais detalhes sobre o festival como os horários das apresentações e dos shows, o endereço dos restaurantes e dos bares, o cardápio dos chefs e as informações gerais sobre o evento através do site do festival, clicando aqui.

A melhor maneira de fazer compras no exterior

O Real valorizado deu o empurrãozinho para muita gente fazer as malas e viajar para o exterior. Com produtos mais baratos que no Brasil, a bagagem costuma volta mais pesada com eletrônicos, roupas, perfumes, bebidas… Sem falar nos presentinhos para a família e os amigos.

Na segunda-feira 28, o governo aumentou o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) de 2,38% para 6,38% para compras com cartão de crédito fora do País. A medida, que começa a ser aplicada 30 dias após o decreto presidencial, vai encarecer as despesas, mas ainda assim compensa comprar importados.

Só para comparar: a versão mais básica do iPad 2, lançado recentemente, custa a partir de US$ 499 (cerca R$ 843,31) nas lojas da Apple nos Estados Unidos – sem o serviço 3G. Com o aumento da alíquota do IOF, o tablet sairá por R$ 897,12.

Por enquanto, não há previsão de quando o novo modelo vai chegar ao Brasil, mas a primeira versão do eletrônico disponível nas lojas brasileiras custa desde R$ 1.399. Ou seja, você faz uma boa economia quando compra o aparelho lá fora.

“Mesmo com o aumento do imposto, é mais vantajoso comprar produtos no exterior. O objetivo do governo é aumentar a arrecadação tributária taxando produtos comprados no exterior, o que vai afetar a classe média”, avalia o professor de finanças José Carlos Luxo, da Fundação Instituto de Administração (FIA).

Quer pagar quanto?

O aumento do IOF de 6,38% afeta apenas as compras com cartão de crédito. Quem usar cartões de débito pré-pagos, traveller checks ou comprar moeda estrangeira, continuará pagando a alíquota de 0,38%. Fizemos as contas para você comparar quanto vai gastar em uma compra de US$ 1 mil:

Cartão de crédito
US$ 1.000,00 x 0,0638 (6,38% de IOF) = 63,80 US$ 1.063,80 x 1,69 (taxa de câmbio média) = R$ 1.797,82

Cartão de débito pré-pago e traveller check:


US$ 1.000,00 x 0,0038 (0,38% de IOF) = 3,80
US$ 1.003,80 x 1,69 (taxa de câmbio média) = R$ 1.696,42

Dinheiro vivo
US$ 1.000,00 x 0,0038 (0,38% de IOF) = 3,80
US$ 1.000,38 x 1,72 (dólar turismo) = R$ 1.726,54

“Neste momento, o cartão de débito pré-pago é a forma mais vantajosa para as viagens internacionais. Porém acredito que, no futuro, o governo também poderá elevar o IOF para esse tipo de cartão se eles forem muito utilizados”, diz o professor José Carlos.

Como levar dinheiro ao exterior
Como a máxima de não colocar todos os ovos em uma única cesta também se aplica às compras no exterior, conheça as várias maneiras de pagar suas despesas. Sem voltar com o peso das dívidas.

Cartão de débito pré-pago
São uma boa alternativa já que a taxa de IOF é menor: 0,38%. Fáceis de usar, os cartões de débito pré-pagos são uma evolução dos antigos traveller checks. E funcionam como os celulares pré-pagos: você carrega com o montante que pretende gastar, que geralmente é em dólar americano, libra esterlina e euro. Se a moeda usada no destino da viagem for diferente, a conversão é feita no momento da compra.
“Além da segurança e praticidade de não ter que andar com dinheiro vivo no bolso, a vantagem é que você fixa um limite de gastos e não se preocupa com a flutuação cambial”, afirma o professor José Carlos. Em caso de perda ou roubo, o cliente recebe um cartão adicional.

Há três opções de cartões pré-pagos: o Visa Travel Money, o MasterCard Cash Passport e o American Express GlobalTravel. Saiba que ao inserir a quantia, o cliente paga uma taxa. E ao sacar dinheiro no caixa eletrônico, também incide uma cobrança que varia de acordo com cada empresa.

Traveller check
O IOF cobrado nos traveller checks também continua de 0,38%. Como é preciso trocar os cheques por dinheiro em casas de câmbio ao chegar ao país de destino, eles vêm perdendo terreno para os cartões de débito pré-pagos.

Antes de embarcar, vale a pena listar os locais que realizam essa transação. Em caso de perda ou roubo, podem ser reembolsados pelo banco e não possuem data de validade.

Dinheiro Vivo
Para pequenas despesas, como um café ou a conta do táxi, leve dinheiro do país para onde vai viajar. Além de não se preocupar com a flutuação cambial, dá para barganhar em comprinhas, já que o pagamento é na hora.

A taxa de IOF cobrada na compra de dólares é de 0,38%. Mas leve em conta que terá que desembolsar um pouco a mais na conversão. “Para viajar, as pessoas físicas compram o dólar turismo, cuja cotação é mais cara do que o comercial e o paralelo. Pesquise as taxas cobradas nas casas de câmbios e bancos e saiba que só é possível levar no máximo US$ 10 mil”, recomenda o professor de finanças pessoais Samy Danada da Faculdade Getúltio Vargas (FGV-EESP).

Redobre a prudência, já que o valor não será restituído em caso de perdas e roubos. Uma dica: nunca ande com um bolo de dinheiro nem com notas muito altas, pois é difícil conseguir troco.

Cartão de crédito
Mesmo com o aumento da taxa do IOF para 6,38%, o cartão de crédito é uma forma segura e prática de comprar no exterior. Em caso de perda ou roubo, é fácil bloquear e solicitar outro cartão. Além disso, o cliente recebe todas as despesas discriminadas no extrato do banco.

Fique de olho no limite do cartão e na conversão do valor, que é feita com base no câmbio do dia do pagamento da fatura e não no da compra, o que pode trazer surpresas desagradáveis. Também é bom evitar saques sucessivos de dinheiro no caixa eletrônico já que o cliente paga uma taxa pelo serviço, que varia de acordo com o banco.

* Os cálculos foram feitos pelo professor de finanças José Carlos Luxo, da FIA
**Foi considerada a taxa de câmbio do cartão de crédito de R$ 1,69 (média entre a taxa de câmbio comercial de R$ 1,66 e câmbio turismo de R$ 1,72), referentes ao dia 28 de março de 2011

Natal: Essa bela capital do Nordeste recebe cada vez mais viajantes brasileiros e europeus atraídos pela combinação de descanso e aventura

POR QUE IR?

Com mais de quatro séculos de história, a cidade de Natal é garantia de muito sol durante todos os meses do ano, além da certeza de aproveitar um mar maravilhoso, tanto na própria capital quanto em outras praias da região.

O QUE HÁ PARA SE FAZER?

Dar-se o direito de conhecer uma antiga fortaleza erguida com uma arquitetura peculiar, mergulhar num mar de águas límpidas e, ainda, invadir dunas imensas 
em passeios de buggy muito divertidos serão suas principais lembranças.

PARA VER

O melhor da história

Os portugueses fundaram a cidade no dia 25 de dezembro de 1599. Aproveitando a data, batizaram-na de Natal. Um ano antes, no dia 6 de janeiro de 1598, iniciaram a construção de um forte. Como a dia coincidia com a comemoração do Dia de Reis, novamente o nome escolhido foi Forte dos Reis Magos. A obra é interessante, no formato de uma estrela de cinco pontas e com paredes externas brancas (3502-1099; aberto das 8h às 16h30; ingresso R$ 3).


A melhor praia
É fácil dizer que Ponta Negra é a praia mais bonita de Natal. Situada ao sul da cidade, são 3 quilômetros que fazem a alegria dos visitantes. 
A praia tem dois pontos bem distintos: mais ao norte o mar poder ser forte, inclusive com ondas adequadas para o surfe; já no sul o mar é calminho, e, por consequência, o movimento de banhistas é maior.

O melhor cartão-postal
No extremo sul da Praia de Ponta Negra está o principal cartão-postal de Natal: o Morro do Careca. Uma enorme duna coberta de Mata Atlântica, com uma espécie de moicano de areia que desce quase até o mar. Para evitar a erosão, há alguns anos o Ibama proibiu o acesso ao topo da duna. De qualquer forma, a foto do morro vista da praia (na capa deste guia) está garantida.

O melhor do Carnatal
É isso mesmo, você não leu errado. A capital potiguar realiza no começo de dezembro o maior Carnaval fora de época do Brasil, ao melhor estilo de trios elétricos e blocos na rua.

PARA BEBER E COMER

-Apesar do nome, o restaurante Tempeiro Mineiro 5 serve bons pratos-feitos de carne, frango, peixe e massas (84/ 3219-0356; Feira de Artesanato de Ponta Negra, Av. Praia de Ponta Negra; pratos entre R$ 10 e R$ 15).

– Já o Tábua de Carne 6 , distante cerca de 1,5 km do extremo norte da Praia de Ponta Negra, oferece um ótimo bufê livre, incluindo carne-seca, uma das especialidades nordestinas (84/3642-1236; Av. Eng. Roberto Freire, 3241, Capim Macio; bufê por R$ 20).

– Se você estiver no centro ou no norte da cidade e o estômago roncar, não perca a chance de ir ao Mamma Itália 7. O ravióli de ricota com espinafre é sensacional (84/3202-1622; Rua Sílvio Pedrosa 43, Praia dos Artistas; pratos entre R$ 15 e R$ 25).

– Com uma temática de selva, o Cipó Brasi 8 é um bom local para comer uma pizza ou uma panqueca (84/3219-5227; Rua Aristides Porpino Filho, 3111, Alto de Ponta Negra; pratos de R$ 15 a R$ 30).

– Aficionados em camarão irão ao delírio no Camarões Restaurante 9, um dos melhores em frutos do mar na Ponta Negra (84/3209-2424; 
Av, Eng. Roberto Freire 3161, Ponta Negra; entre R$ 20 e R$ 40).

PARA CHEGAR LÁ

Natal recebe voos de praticamente todas as capitais do Brasil, sejam diretos ou com conexões, normalmente em São Paulo, Rio de Janeiro ou Brasília. As companhias aéreas TAM, Gol, Azul e Webjet tem voos regulares para a capital potiguar.

MELHOR ÉPOCA PARA IR

Natal é conhecida como a Cidade do Sol. Ao contrário do outro Rio Grande, o do Sul, frio por aqui não existe. Todos os meses do ano são de dias quentes e ensolarados. A alta temporada vai de dezembro a fevereiro, além de julho, e nesse período os preços são mais caros.

PARA DORMIR

– Situado num prédio construído nos moldes de um pequeno castelo, o Lua Cheia Hostel 10 é um albergue filiado a rede Hostelling International (HI). O staff é gentil, e a localização é privilegiada, no coração da badalação no Alto de Ponta Negra (84 3236-3696 – Rua Manoel A. B. de Araújo, 500, Ponta Negra; dormitórios entre R$ 38 e R$ 52).

– A pequena Pousada Recanto das Flores 11 tem bons quartos com mobílias de bambu, e ainda oferece descontos na baixa temporada 
(84/ 3219-4065 – Av. Eng. Roberto Freire, 3161, Ponta Negra; 1p/2p 
R$ 60/R$ 80). 

– Com uma linda vista do mar, o Hotel Tubarão 12 é uma ótima escolha, situado no morro logo acima da Praia de Ponta Negra. Os quartos são agradáveis e os atendentes, simpáticos (84 3641-1029 – Rua Manoel Coringa Lemos, 259, Ponta Negra; 1p/2p R$ 95/R$ 115).

– A Pousada Free Willy 13 não tem uma aparência tão boa vista de fora, mas seus quartos são limpos, o corpo de funcionários é gentil e a localização, diante da praia, é excelente (84/3236-2825 – Rua Francisco Gurgel, 9292, Ponta Negra; 2p/R$ 160). 

– Todos os apartamentos para uma ou duas pessoas têm vista para o mar no Hotel Atol das Rocas 14, que oferece ainda uma boa piscina em meio a um atrativo jardim. Na baixa estação a diária diminui após o terceiro pernoite (84/3219-2072 – Av. Eng. Roberto Freire, 3220, Ponta Negra; 1p/3p R$ 178/R$ 269).

DICAS DE OUTROS VIAJANTES

Adrenalina pura

Com emoção ou sem emoção? A clássica pergunta é sempre feita para quem quer se divertir andando de buggy nas dunas próximas a cidade. O principal destino são as enormes dunas da praia de Genipabu, ao norte de Natal. Atenção para a existência de bugueiros cadastrados pela Associação de Bugueiros e outros não.
Marcelo Mattos Jr.

Estrada de areia
Para quem tem um pouco mais de tempo, disposição e não se importa com areia no rosto, uma viagem inesquecível é ir de Natal a Fortaleza de buggy pela beira-mar. A viagem de aproximadamente 750 km leva entre três e cinco dias, e passa por mais de 90 praias. Várias agências de Natal fazem esse roteiro. Encare a jornada e você irá curtir muito.
Karina de Costa Mello

Estilo caribe
Quando for a Natal, não perca a chance de conhecer os Parrachos de Maracajaú é uma bancada de coral em águas cristalinas excelente para mergulho. Os parrachos, semelhantes a um arrecife, ocupam uma área de 13 km2 e ficam distantes 7 km da orla da praia de Maracajaú, que, por sua vez, está a 60 km de Natal. Alugar um buggy é a melhor opção para chegar lá. Depois, várias agências de viagem fazem o passeio mar adentro.
Alberto de Loyola

DESCUBRA MAIS
A Zeos Travelling leva você para conhecer as belezas de Natal com pacotes especiais.

Montevidéu: Um sopro de vida no Prata

Em prantos e cabisbaixo, Suarez caminha solitário em direção ao vestiário. Lágrimas deslizam em câmera lenta por sua face, enquanto os olhos revelam a mais absoluta incredulidade diante dos fatos. Acompanhado por um anônimo fiscal, ele esconde parcialmente o rosto por baixo da camiseta celeste enquanto segue seu caminho rumo ao sofrimento de quem foi expulso. O fim está próximo, mas ainda há tempo de o olhar ser atraído para o lance capital. Embora tênue, a chama da esperança permanece acesa. No breve instante em que o oponente corre para cobrar o pênalti, a respiração para, a bola bate na trave e vai para fora, levando junto o grunhido descontrolado de alegria de Suarez e de toda a população uruguaia.

O jogo de futebol entre Gana e Uruguai nas quartas de final da última Copa do Mundo, na África do Sul, não decidiu apenas uma vaga a semi-final do torneio. Em termos esportivos, muitos concordam que este foi o duelo mais emocionante detoda a competição. Mas do ponto de vista sociológico são vários os textos e análises que indicam a mudança ocasionada na nação uruguaia com a bela campanha da seleção nacional em gramados africanos. E não é exagero, tampouco fanatismo.Basta desembarcar no moderno aeroporto de
Carrasco, em Montevidéu, e sair às ruas. A crise econômica que abalou o Uruguai em 2002 tornou-se página virada, o país se uniu novamente, e o orgulho outrora perdido em algum instante anterior ao início da ditadura ressurgiu com força e determinação. O sentimento imperioso nas ruas da arborizada capital, às margens do rio da Prata, é o de um país no rumo certo.

É claro que os anos glamourosos da primeira metade do século 20 não voltaram e, provavelmente, jamais voltarão. O contexto do mundo é outro. Todavia, aquela áurea de décadence avec élégance, presente até há pouco tempo, começa a dar lugar a uma sólida retomada socioeconômica.

O turismo é fator importante nesse processo e os benefícios advindos dessa atividade começam a ser percebidos. “Em 2010, a receita uruguaia com o turismo foi quase maior do que a venda de carne, produto que sempre foi o principal referencial econômico”, conta o simpático Federico Celsi, presidente do Conglomerado de Turismo de Montevidéu e hoje à frente dos negócios da família, o bar e restaurante Facal, o mais antigo do centro da cidade, fundado em 1882. Conhecido pela qualidade de seus chivitos – o clássico sanduíche do país -, o Facal tem recebido nos últimos cinco anos casais apaixonados de diversas partes do mundo atraídos por uma curiosa lenda trazida da Itália. A bela fonte que adorna a esquina do restaurante exibe centenas de cadeados pendurados, muitos deles com desenhos de coração e os nomes dos amantes, unidos eternamente. “Nos primeiros meses eu retirava os cadeados porque não entendia o que era. Mas eles voltavam a aparecer cada vez mais. Depois de quase um ano entendi que algo estava acontecendo e resolvi deixar”, lembra Federico Celsi, completamente enamorado por futebol e o clube do coração, o Nacional, do qual sonha ser um dia o presidente.

Enoturismo no Chile é uma excelente opção para o feriado de 7 de setembro

A dica de destino para o feriado da Independência do Brasil, no dia 07 de setembro, é o Chile. Entre museus, pontos turísticos e paisagens deslumbrantes, o destaque para os dias de descanso é o enoturismo, que já conquistou os brasileiros. A vinícola Matetic, no Vale San Antonio, a pouco mais de uma hora de Santiago, agrada os amantes do vinho e ainda abriga o aconchegante hotel La Casona, com acomodações em um casarão colonial, bem ao lado das parreiras.
O hotel de propriedade da vinícola é uma excelente opção para apreciar os sabores das estrelas do lugar: as uvas e os vinhos Matetic. Sua localização fornece uma vista exclusiva de vinhedos e belas paisagens, oferecendo ao visitante tranquilidade e relaxamento. Além disso, o hotel apresenta uma infraestrutura de primeira linha, com piscina, espaço de eventos e um confiance bar. Seus apartamentos são equipados com cama king size ou com duas camas de solteiro, além de aquecimento central e terraço privativo.
A gastronomia também é um dos pontos fortes do local, que abriga não apenas uma adega invejável, com os melhores rótulos, mas também possui o charmoso restaurante Equilíbrio. Sob o comando do chef Matías Bustos, as receitas privilegiam produtos frescos e orgânicos, originais da região.
O hotel oferece tours de vinhos e atividades, como passeios de bicicleta, cavalgadas e uma visita a Isla Negra, onde viveu o poeta Pablo Neruda.
Mais informações sobre o hotel no site www.zeostravelling.com.br