Pacotes para o feriado de Corpus Christi 2011

Selecionamos 33 opções de pacotes de viagem no Brasil e no exterior para você aproveitar um dos últimos feriados prolongados do ano


Com a proximidade do feriado de Corpus Christi, que começa no dia 23 de junho, quem quiser aproveitar os quatro dias do fim de semana prolongado precisa correr para arranjar boas vagas. A procura por pacotes de viagens, hotéis e pousadas é grande. Afinal, o próximo feriadão nacional é só em novembro, com a Proclamação da República.


O difícil é escolher o destino. Para curtir o friozinho do inverno da melhor maneira, uma boa pedida são as cidades serranas que oferecem boas pousadas, restaurantes e belas paisagens. Em junho, o sol brilha forte no interior do Sudeste e no Centro-Oeste e, com o tempo seco, esta é a melhor época para conhecer paraísos como a Chapada dos Veadeiros, o Pantanal e as cidades de Minas Gerais.

Mas se férias ideais para você é sinônimo de praia, o Nordeste tem dias quentes e, neste período do ano, a possibilidade de chuvas já é menor. Para quem pode esticar um pouco mais a viagem, vale a pena conhecer Lençóis Maranhenses, com lagoas cheinhas. Durante o mês de junho, também acontecem animadas festas de São João em diferentes estados nordestinos que valem a viagem.

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Fonte : IG
Turismo

As estações de esqui chilenas de Portilho, Valle Nevado e Termas de Chillán e Bariloche, na Argentina, estão na mira dos aficionados

No dia 20 de junho, começa a temporada de neve no hemisfério Sul, período em que as estações de esqui do Chile, principalmente, e da Argentina atraem as atenções de esquiadores e snowboarders do mundo todo. As levas de adeptos dos esportes de inverno chegam à região atraída tanto pelas pistas radicais – ou de iniciantes e intermediárias – da cordilheira dos Andes como pelas características únicas de cada estação, que incluem desde banhos termais, em meio às precipitações de neve, aos tratamentos com lama medicinal e cassino.

De brinde, o contato com as singulares culturas andinas, em cenários emoldurados por vastas planícies (inclusive de sal) e lagos congelados. E os vinhos? Principais países produtores da secular bebida na América do Sul, Chile – que possui excelentes rótulos, apreciados mundialmente – e Argentina ainda oferecem aos visitantes a possibilidade de aquecerem o corpo e a alma com reservas de suas melhores safras.

Brasileiros

Pela proximidade e a relação custo-benefício, as estações andinas estão entre as preferidas dos brasileiros. Atualmente, o país é o segundo emissor de visitantes para o Chile durante o inverno. Em Valle Nevado, por exemplo, 70% dos turistas na estação do frio são brasileiros – até as aulas coletivas são em portunhol.

Na estação de Portilho, o Brasil é o mercado número um do resort, seguido dos EUA, Chile, Canadá e Peru.
Situada ao norte da Patagônia e a poucos quilômetros da fronteira com o Chile, a argentina Bariloche é outra estação concorrida entre os brasucas. Eles vão em busca de suas montanhas geladas e conjunto de lagos que circundam a cidadezinha de ares medievais.

Aulas de esqui

Além das suas montanhas com muita neve e pistas para todos os níveis de praticantes – iniciante, intermediário e radical -, se existe algo em comum em todas as estações de esqui do planeta são os preços das aulas para se aprender a praticar tal esporte. Exemplo disse é que o preço da aula particular, com oito horas de duração, que custava em Vail e Aspen, no Estado do Colorado (EUA), respectivamente, US$ 710 e US$ 691 na última temporada, de dezembro a abril, vai custar US$ 674 na estação chilena de Valle Nevado na próxima temporada, que começa no dia 20 de junho e vai até meados do mês de setembro. A paridade no preços desse serviço é válida também para as estações canadenses e europeias.

Valle Nevado: sinta-se em casa
Chegar a Valle Nevado já é uma aventura: são mais de 50 curvas sinuosas, em uma estrada íngreme mais conhecida como “caminhos tortuosos do Andes”, mas que permite uma perfeita visão do extasiante cenário.
Encravada a 3.000 m de altitude na cordilheira dos Andes, a duas horas de Santiago, a isolada estação tem uma ótima infraestrutura: três hotéis, cinco restaurantes, piscina aquecida, spa, bares, discoteca e lojas. em todo lugar se fala português, já que 70% dos turistas na temporada são brasileiros.

A estação tem 40 pistas de diferentes níveis de dificuldade, com altitudes de até 3.670 m. Para os que buscam aventuras radicais, há o heliesqui, no qual um helicóptero leva o esquiador até montanhas mais altas e afastadas. Você pode ser deixado no cume de um pico e se arriscar montanha abaixo, acompanhado de um guia.

Nas lojas de acessórios esportivos, encontram-se mais de 1.200 equipamentos dos mais modernos para esqui e snowboard e de marcas como North Face, Burton, Columbia, Top Ski, Three Monkey Eye Wear e Billabong.

Fonte: O Tempo

Ofertas derrubam preços de passagens

Estados Unidos por menos de R$ 600 ida e volta. Europa por pouco mais de R$ 400. Desde o começo do ano, as companhias aéreas estrangeiras têm despejado uma enxurrada de promoções de passagens internacionais com descontos agressivos no mercado brasileiro. Uma oferta recente da alemã Condor colocou à venda bilhetes de ida e volta de Recife para Frankfurt por R$ 470. O valor é inferior ao de uma viagem de ônibus da capital pernambucana para São Paulo.

Para especialistas, as companhias internacionais estão inundando de promoções o mercado brasileiro para compensar a baixa demanda de viagens partindo dos países europeus e dos Estados Unidos, que ainda sofrem os efeitos de crises financeiras e econômicas.

“A quantidade de assentos oferecidos com preços baratos é ditada pelo equilíbrio entre oferta e demanda. O mercado europeu de turismo ainda está pouco aquecido, pois o continente segue em recessão. Isso favorece as promoções”, afirma o consultor Andre Castellini, da Bain & Company.

Segundo ele, embora uma retomada mais forte no Primeiro Mundo possa reduzir o número de ofertas por aqui, o passageiro brasileiro deve continuar encontrando bilhetes com preços reduzidos.

Com o desenvolvimento de tecnologias que permitem estimar a demanda com mais precisão, cada vez mais as companhias lançam mão de promoções para aumentar a receita de seus voos.

Ao prever que ficará com assentos encalhados em um determinado trecho, a empresa derruba os preços de alguns bilhetes para sair com o avião cheio. “Hoje não existe mais essa de um avião sair vazio nos voos internacionais”, diz Castellini.

Além das promoções, a queda da cotação do dólar tem ajudado o consumidor brasileiro a encontrar passagens cada vez mais baratas em reais.
Por conta da valorização da moeda brasileira, o passageiro paga hoje quase R$ 600 a menos do que há dois anos por uma passagem de US$ 1.200, por exemplo.

Tarefa difícil

Mas mesmo com a chuva de ofertas, comprar uma das pechinchas não é uma tarefa fácil. Com curta duração e restrição dos períodos em que se pode fazer as viagens, as promoções exigem que o passageiro seja flexível.

É o caso do assessor de investimentos Luciano Almeida, 25, que se prepara para uma viagem a Moscou no mês que vem pela qual pagou R$ 720.

“Já que sou autônomo, é só ligar para meus clientes e avisar que passarei um tempo fora”, afirma o corretor, que depois de viajar para a Rússia, deve embarcar para Los Angeles, com um bilhete pelo qual pagou R$ 1.200. “O preço normal de uma passagem para lá, saindo de Porto Alegre, é de R$ 2.600”, comparou.
Como o número de assentos em promoção é restrito, Luciano conta que acessa um blog de descontos três vezes por dia para não perder nenhuma oportunidade.

No ano passado, ele viajou para Barcelona por R$ 520 pela Qatar, saindo de São Paulo. O único “inconveniente”, segundo ele, foi ter de passar uma noite em um hotel cinco estrelas no país árabe, paga pela companhia, que acabara de iniciar suas operações no Brasil.

Na avaliação do analista Felipe Souza, da consultoria Lafis, preços como os citados por Luciano devem se tornar mais comuns.

Céus abertos

Ele avalia que os acordos de céus abertos, como o assinado este ano com os Estados Unidos e o que deverá ser firmado com a Europa, aumentarão a competição e puxarão para baixo o preço das tarifas.
Também colaboram para o cenário de preços baixos a liberalização dos preços das passagens pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), em vigor desde o ano passado.